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FIQUE LIGADO: FUNCIONÁRIOS DO HOSPITAL PIMENTAS PODEM ENTRAR EM GREVE, COMITÊ EM DEFESA DE LULA, E OUTRAS NOTÍCIAS

January 15, 2018

ATRASO DE SALÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS DO HOSPITAL PIMENTAS GERA MANIFESTAÇÃO E PODE HAVER GREVE

O atraso no pagamento dos salários do mês de dezembro, que deveria ocorrer até 8 de janeiro, os três meses de atraso da cesta básica, a falta de insumos para o trabalho, podem levar os funcionários do Hospital Pimentas/Bonsucesso, da Prefeitura de Guarulhos, a iniciarem uma greve. Na manhã desta segunda-feira (15), houve manifestação no hospital, na qual participaram cerca de 40 pessoas, funcionários, sindicalistas e lideranças. Foi marcada uma reunião do Conselho de Saúde para terça-feira (16), às 14 horas, com o secretário de saúde.

Os funcionários são contratados pela SPDM (Sociedade para o Desenvolvimento da Medicina), uma fundação que se originou entre professores da Faculdade de Medicina da Unifesp,  que administra o Hospital nos Pimentas desde sua inauguração em 2006, e o Hospital Geral do Cecap, do governo do Estado. Os funcionários do hospital do Cecap não estão envolvidos no movimento de greve. Apesar de outros problemas, seus salários estão em dia.

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CRIADO EM GUARULHOS PRIMEIRO COMITÊ EM DEFESA DE LULA E DA DEMOCRACIA

No sábado (13) em Guarulhos, foi criado o primeiro “Comitê Popular em Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser Candidato”.  Foi na Associação Casa do Mandato, onde funcionam, sem uso de recursos públicos, o escritório político da vereadora Janete Pietá e outras atividades comunitárias. Na sequência, serão criados na cidade outros comitês deste tipo. Trata-se de uma campanha nacional de formação de milhares de comitês para garantir à população a oportunidade democrática de escolher seu presidente da República, sem excluir o candidato que lidera as pesquisas de intenção de voto e que governou o Brasil por 8 anos. A tentativa atual de impedir a candidatura de Lula tenta repetir o que fez a ditadura militar em 1964. Na época, os militares cassaram os direitos políticos do ex-presidente Juscelino Kubitschek, que era o favorito para as eleições, alegando corrupção nunca comprovada. Depois, as próprias eleições diretas de presidente foram suprimidas. Só voltaram 24 anos depois.

 

MERCADO INTERNACIONAL QUER PRIVATIZAR TODAS AS ESTATAIS NO BRASIL

Uma empresa de consultoria internacional, chamada Roland Berger, com origem e sede na Alemanha, está passando mel na boca do atual governo federal interino, anunciando que este poderia obter 300 bilhões de reais vendendo ao capital privado o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, as ações do BNDES em empresas, a Petrobras, a Eletrobras, a Embrapa, e muitas outras estatais. E que assim o governo federal poderia evitar déficits nas suas contas por dois anos. O desejo do capital privado é controlar completamente a economia nacional. No caso dos bancos estatais, além de tirar um importante instrumento de crédito e de pressão sobre o setor privado, certamente milhares de agências por todo o Brasil seriam fechadas. No caso da Petrobras, Eletrobras, Embrapa, além da perda da soberania nacional em áreas estratégicas, todo avanço tecnológico brasileiro na área do petróleo, da energia e da agricultura seria comprometido.

 

ECONOMISTA-CHEFE DO ITAÚ UNIBANCO ACREDITA QUE REDUÇÃO DOS DIREITOS SOCIAIS É BOM PARA O BRASIL. BANCO LUCROU 24 BILHÕES EM 2017

Enquanto a maioria das empresas penam na crise, os governos no déficit, e a população no desemprego e na queda na renda, o Itaú Unibanco lucrou em 2017 cerca de 24 bilhões de reais.  O economista-chefe do Itaú Unibanco, Mário Mesquita, que com certeza defende o interesse de seu banco e das empresas em que o banco é acionista, ditou quais seriam as regras para o governo do Brasil, em entrevista neste domingo (14) à Folha de São Paulo. Elogia ele a reforma trabalhista e a decisão de aumentar os juros do BNDES, e clama pela reforma da previdência. Defende uma economia em que o Estado brasileiro encolha, e o setor privado tenha maior liderança. Diz que os candidatos a presidente devem ter compromisso com continuar cortando gastos do governo em especial da previdência, mesmo que não digam isso à população para ganhar as eleições.

 

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