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Fique Ligado: Informações confusas para os motoristas produz mais 8 mil multas, empregos em queda, e muito mais...

February 20, 2018

 

INFORMAÇÕES CONFUSAS PARA OS MOTORISTAS PRODUZ MAIS DE 8 MIL MULTAS NO AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS

A CET multou mais de 8 mil pessoas nos últimos 3 meses no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Os motoristas que estacionam no local de embarque e desembarque são pegos de surpresa já que a sinalização que 
delimita o que é permitido ou não é confusa, pois afirma que é proibido estacionar exceto em casos de embarque e desembarque. As multas são dadas justo neste período entre pegar e deixar um passageiro.Anteriormente os motoristas dependiam do "bom humor" dos agentes de trânsito, mas desde novembro de 2017, quando a CET firmou um acordo de 'tolerância zero' com a Prefeitura de Guarulhos, as multas são dadas diariamente independente do caso. 

 

EMPREGO NA INDÚSTRIA SEGUE EM QUEDA EM GUARULHOS

Em janeiro deste ano as industrias de Guarulhos perderam 250 vagas,segundo pesquisa do Nivel de Empregro realizada pela Federação e Centro de Indústrias do Estado de São Paulo .A pesquisa detectou queda nas empresas de Máquinas,Aparelhos e Materias elétricos,Máquinas e Equipamentos, Produtos de Metal e Metalurgia. A CIESP informou que em 2017, as industrias de Guarulhos perderam 3 mil vagas de emprego.

 

MANIFESTAÇÃO POR MELHOR ATENDIMENTO NA SAÚDE ACONTECE NESTA TERÇA-FEIRA

Na tarde desta terça  (20) haverá uma manifestação em Guarulhos por melhor atendimento na rede pública de saúde. A concentração será às 14 horas na Praça Getúlio Vargas seguindo em passeata até a sede do Ministério Público Estadual na Rua Sete de Setembro. O ato foi organizado por membros  do Conselho de Saúde, e por lideranças e padres da Igreja Católica que já haviam organizado outra manifestação na Prefeitura. As reclamações são ligadas aos problemas constantes de falta de médicos, remédios, insumos, e abandono da gestão de saúde do poder municipal para empresas privadas.

 

DUAS RAZÕES PARA SUBSTITUIR A REFORMA DA PREVIDÊNCIA PELA INTERVENÇÃO MILITAR NO RIO

Os deputados federais não queriam se manifestar agora a favor da retirada de direitos previdenciários, porque querem se reeleger para fazer a reforma no primeiro ano de um próximo mandato. Esta é a primeira razão do recuo do governo interino de Temer, que anunciou ontem que não votará mais a reforma até as eleições . Admite apenas algumas mudanças menores, que ainda não especificou. A segunda razão foi a guinada do governo para a repressão generalizada nas favelas e bairros pobres do estado do Rio de Janeiro. Também por razões eleitorais, Temer tenta subir nas pesquisas para se apresentar como candidato nas eleições presidenciais de outubro. Daí busca pegar a agenda de Bolsonaro que dá uns 18% de intenção de voto: a casa-grande reprimindo a senzala, com adesão de muitos brancos e mestiços que não enxergam outra alternativa diferente da questão social senão como ‘caso de polícia’.  Por estas razões, e mais algumas outras que aos poucos serão reveladas, deputados e deputadas aprovaram a intervenção militar no Rio de Janeiro por ampla maioria nesta segunda-feira (19).

 

 

AS MENTIRAS DITAS COM A MAIOR NATURALIDADE

O atual ministro da articulação política, Carlos Marun, aquele que era o maior defensor de Eduardo Cunha na Câmara Federal, falou em nome do governo que a urgência da intervenção militar no Rio prejudicou a reforma da Previdência. Mas o ministro da Defesa afirma que a intervenção militar não começou ainda de fato porque está sendo planejada. E o ministro da Secretaria Geral da Presidência diz que tem que dar algum tempo para o interventor militar estruturar um plano e que o governo ainda não sabe quanto vai custar a intervenção. Por sua vez, o ministro da Fazenda diz que talvez vá precisar remanejar verbas, sem saber ainda de onde e quanto.O governo interino mostrou assim que o objetivo da intervenção militar foi político: safar-se da derrota da reforma da Previdência anunciando uma outra medida de impacto improvisada. Porém com graves consequências pois põe o exército no centro da política.

 

GRANDE MÍDIA DESCONHECE ATOS NAS RUAS DOS MOVIMENTOS DE OPOSIÇÃO

Em várias cidades do Brasil, como Guarulhos, Santo André, São Bernardo, houve paralisação parcial dos transportes coletivos. Além disso houve trancaços em ruas e estradas, como aconteceu na Via Dutra. Aconteceram ainda paralisações de professores, servidores públicos e outras categorias pelo país. E houve atos de rua pelo país, como o que ocorreu no fim da tarde na avenida Paulista. Mas a Globo nem noticiou no seu resumo do dia, o Jornal Nacional, que houve manifestações populares em todo o país contra a reforma da Previdência. A Folha de S.Paulo não deu uma linha. Tudo ficou por conta das mídias alternativas e das redes sociais, de pequeno alcance em relação ao alcance das gigantes da informação de massa. A única referência à oposição feita pela TV Globo foi a desastrada atitude do deputado e senador petistas que, representando a oposição, se abstiveram na votação sobre a intervenção militar no Rio no Conselho Nacional de Segurança reunido pela presidência da República.

 

FIES TEM MUDANÇAS IMPORTANTES EM 2018 E PRAZO ATÉ SEXTA-FEIRA  (23)

O programa de financiamento estudantil (FIES) para cursos superiores em escolas privadas está com inscrições abertas durante esta semana (de 19 a 23 de fevereiro) e tem novas regras. No estado de São Paulo e região Sudeste e Sul passam a vigorar duas modalidades de empréstimos para quem fez o ENEM desde 2010, obteve acima de 450 pontos e não teve zero na redação. Para estudantes com renda individual até R$ 2.862,00 (três salários mínimos), o acesso ao financiamento de até 30 mil reais por semestre, para ser pago depois da conclusão do curso, será, como dizem as revendedoras de veículos, a juro zero, só com correção monetária, no Banco do Brasil e na Caixa. Para quem tem renda individual entre R$ 2.862,00 e R$ 4.770,00 (cinco salários mínimos) haverá os altos juros dos bancos privados (até aqui o juro máximo era de 6,5% ao ano). As escolas terão que dobrar o depósito de garantia oriundo de seu faturamento para cobrir a inadimplência. A tendência,com as novas regras, é o governo economizar, resultando na redução do acesso ao FIES.

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