FIQUE LIGADO: PREFEITURA QUER FECHAR MAIS UM PRONTO ATENDIMENTO, E OUTRAS NOTÍCIAS DE SAÚDE, ESPORTE E POLÍTICA EM GUARULHOS

March 5, 2018

AGORA PREFEITURA DE GUARULHOS QUER FECHAR O PA BONSUCESSO

A informação vem de membros representantes dos usuários no Conselho Municipal de Saúde: a Prefeitura de Guarulhos quer fechar o Pronto Atendimento de Bonsucesso. A desculpa é transformá-lo num Centro de Atendimento Psicossocial para Crianças. O certo é abrir na região um CAPS infantil em outro local sem acabar com um serviço que há décadas atende a população da região. Em 2014, quando foi construído o Pronto Atendimento Maria Dirce, a Prefeitura manteve o PA Bonsucesso, apesar de alguns técnicos terem sugerido seu fechamento. Uma nova unidade de saúde não pode levar ao fechamento de outra, em face da grande necessidade de ampliação da rede de saúde pública. A intenção atual da Prefeitura de fechar o PA Bonsucesso vem na mesma linha que em dezembro resultou no fechamento do PA Paraíso que servia à grande região do Taboão.

 

PRIVATIZAÇÃO DE HOSPITAIS QUESTIONADA POR ESTUDO DE OITO UNIVERSIDADES

Um estudo feito por oito universidades públicas brasileiras (UFRJ, UERJ, FIOCRUZ, USP, UFMG, UFPE, UFBA) lança um alerta sobre a privatização completa dos hospitais, UPAs e PAs que foi feita pelo atual governo municipal de Guarulhos. Antes, os governos municipais contratavam Organizações Sociais ligadas a universidades que tinham faculdade de medicina devido à falta de médicos, que não compareciam aos concursos públicos e deixavam vazios que não conseguiam ser preenchidos. É o caso da contratação da SPDM, ligada a médicos e professores do Hospital São Paulo da Unifesp, para o Hospital Pimentas/Bonsucesso. Ou da Santa Casa de São Paulo, para o PA Maria Dirce e São João, próximos ao hospital estadual do Cecap que ela administrava. No entanto, o Hospital Municipal de Urgências (HMU) e o Hospital da Criança foram sempre mantidos até 2017, quando entrou o atual governo e os privatizou. O objetivo anterior de mantê-los com servidores concursados e administrados diretamente pelo Prefeitura, era preservar no poder público municipal uma capacidade técnica permanente de atendimento e gestão de alta complexidade. Por exemplo, a ortopedia do HMU era de qualidade reconhecida em todo o Estado de São Paulo. Além disso, servia para comparar o custo e a eficiência dos serviços diretos da Prefeitura com o desempenho e custo das Organizações Sociais na cidade. Continue lendo depois da propaganda...

ORGANIZAÇÕES SOCIAIS NA SAÚDE SÃO MAIS CARAS DO QUE O SERVIÇO PÚBLICO

As oito universidades públicas brasileiras juntaram no estudo gastos e eficiência, comparando administração direta de hospitais com administração terceirizada.  Fizeram isso em 10 estados brasileiros. As Organizações Sociais (OSs) são empresas de natureza privada teoricamente sem fins lucrativos. Dizem os governos que as contratam que é para tornar mais eficaz o serviço, com compras sem licitações, com contratações de pessoal sem concurso. Não é o que os estudos demonstraram. Por exemplo, no Espírito Santo, o gasto com Organizações Sociais é mais do que duas vezes mais alto (2,4 vezes) do que nos hospitais administrados diretamente com funcionários públicos. Em outros casos o gasto pode chegar a três vezes mais com as OSs. O contrato inicial, constataram as universidades, é enganador. Porque depois vem o aumento dos repasses através dos chamados aditivos contratuais, escondidos o quanto possível. Estas OSs recebem hospitais ou UPAs prontas e equipadas, sem qualquer risco, pois não investem. E foi constatado que em vários casos superfaturam preços com fornecedores associados.

 

ALÉM DE MAIS CARAS, AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS SÃO MENOS EFICIENTES

As oito universidades concluíram também no estudo que os serviços pioram com as organizações privadas. Isto porque as empresas terceirizadas contratam profissionais inexperientes que custam mais barato do que servidores concursados e de carreira. E não pagam direitos trabalhistas porque os contratam  normalmente como pessoa jurídica. Mas, para alguns médicos de seu grupo há casos em que pagam até quatro vezes mais do que para os médicos concursados do serviço público.

 

CORINTHIANS-GUARULHOS VOLTA A VENCER, MAS CLASSIFICAÇÃO AINDA É DIFÍCIL

Abrindo a nona rodada do returno da Superliga Masculina, o Corinthians recebeu o Canoas no Ginásio Ponte Grande em Guarulhos e venceu por 3 sets a 1, com parciais de 25/20, 25/23, 20/25 e 25/21, voltando a triunfar após duas derrotas seguidas na competição. O Corinthians volta à quadra no próximo sábado, quando visita o Taubaté no Ginásio Abaeté, às 18h30 (horário de Brasília).

 

TEMER TRAZ CADA VEZ MAIS MILITARES PARA POSTOS DE COMANDO NO GOVERNO

Assim que assumiu o governo em maio de 2016, após o golpe parlamentar que derrubou Dilma Rousseff, Temer recriou o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e dentro dele colocou a Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e ambos sob o comando do General Sérgio Etchegoyen. Hoje, os militares comandam pastas como, Ministério da Defesa, Presidência da Funai (Fundação Nacional do Índio) e muitos cargos no segundo escalão do governo. No caso do Ministério da Defesa, é a primeira vez, desde que o ministério foi criado em 1999, que o cargo é ocupado por um militar, rompendo com a simbologia de um civil no comando, que sempre foi muito forte nessa pasta.

Esse namoro do governo Temer com as Forças Armadas tem sido visto com muita crítica e desconfiança por parte de defensores da democracia, tanto às esquerda, como à direita, como FHC que chegou a dizer que esse tipo de aproximação é coisa de “governo fraco”.

 

GRUPOS ANTISSISTEMA VENCEM ELEIÇÕES NA ITÁLIA, MAS GOVERNO AINDA É INCERTO

Mais de 30 milhões de italianos (cerca de 70% do eleitorado) foram às urnas neste domingo (5), o resultado mostra que os movimentos antissistema, sobretudo de direita, são a grande força da política no ocidente atual. O Movimento 5 Estrelas é o partido vencedor das eleições com o incrível resultado de mais de 32%, mas não poderá alcançar a maioria necessária por conta própria. As projeções dão-lhe cerca de 230 assentos no Parlamento Italiano, quando a maioria absoluta é em 316. A coalizão de centro-direita, formada pela Força Itália, de Silvio Berlusconi, a Liga e o pequeno partido Irmãos de Itália obteve juntos cerca de 37% dos votos, superando os grillini em quase seis pontos, mas o resultado (cerca de 250 lugares de acordo com as projeções) não ajudaria a desbloquear o concurso e deverá procurar mais parceiros se quiser realizar um projeto no qual houve mudanças muito significativas.

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