FIQUE LIGADO: PROJETO ESCOLA SEM PARTIDO GERA VIOLÊNCIA, QUEREM CRIMINALIZAR MOVIMENTOS DE MORADIA, FEBRE AMARELA FAZ 30ª VÍTIMA EM GUARULHOS E MAIS NOTÍCIAS

May 4, 2018

PROJETO DE ESCOLA SEM PARTIDO CRIA CONFLITO POLÍTICO E VÁRIOS FERIDOS

Cerca de 20 partidários do projeto “Escola sem Partido” apresentado na Câmara de Guarulhos vieram de ônibus de São Paulo para se manifestar favoravelmente na Câmara de Guarulhos. Suas palavras de ordem e xingamentos foram agressivos durante a curta sessão da Câmara desta quinta (3), que não chegou a deliberar sobre o projeto. A oposição está fazendo obstrução. Na frente deste projeto tem outros 84 requerimentos para serem discutidos e deliberados, e nenhum chegou a ser deliberado. Depois da sessão, parte dos cerca de 100 manifestantes, estudantes, professoras e professores, sindicalistas, foram na rua vizinha à Câmara tirar satisfação dos paulistanos quando, saindo pelas portas dos fundos, estavam entrando em ônibus fretado. Alguns manifestantes atiraram pedras no ônibus e a Guarda Civil Municipal, protegendo os paulistanos, revidou com cassetetes, gás pimenta e balas de borracha, deixando vários feridos, inclusive um senhor que nada tinha a ver com a manifestação. Os feridos foram socorridos em hospitais da cidade.

 

GUARULHOS REGISTRA 30ª MORTE POR FEBRE AMARELA

A Secretaria da Saúde confirmou que um morador do Jardim Leblon (região do Pimentas), de 54 anos, que não era vacinado contra a febre amarela e visitou Nazaré Paulista em 20 de fevereiro passado é a 30ª vítima fatal da doença em Guarulhos. Neste sábado (5) sete unidades de saúde vão funcionar das 8h às 16h, para prestar atendimentos habituais e também vacinar contra a febre amarela e gripe. Estarão abertas as UBS: Tranquilidade, Taboão, Santos Dumont, Cumbica II, Belvedere, Álamo e Nova Cumbica.

 

MULHER PERDE VOO E INVADE PISTA DE AEROPORTO DE GUARULHOS PARA TENTAR ENTRAR NO AVIÃO

Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (3) uma mulher brasileira que invadiu a pista do Aeroporto Internacional de São Paulo após perder o voo com destino a Salvador. A mulher apareceu na frente de uma aeronave que estava efetuando procedimentos na pista do aeroporto. O piloto foi obrigado a interromper os procedimentos de taxiamento.

 

UMA TOMADA DE LUZ SOBRECARREGADA DERRUBOU O PRÉDIO DE 24 ANDARES

Um casal com duas crianças, de um e três anos, relatou como foi o começo do incêndio que derrubou o prédio ocupado por famílias pobres no Centro de São Paulo. O fogo começou no quinto andar, numa tomada onde estavam ligados os fios da geladeira, da TV, e do forno de microondas. A esposa foi acordada pelos gritos do marido já atingido pelas chamas que se espalharam pelas divisórias de madeira, móveis, roupas e fios elétricos. O pai e a criança de três anos estão hospitalizados com queimaduras graves. O curto circuito, numa simples tomada de luz, num local propício a incêndio, colocou abaixo o prédio, gerou várias mortes, desabrigou mais de uma centena de famílias,  as fez perder tudo, tornou-se notícia nacional e internacional, e terá grandes repercussões no futuro para moradores de prédios semelhantes, para movimentos de moradia, e para a disputa política.

 

VEREADORES DA ALA CONSERVADORA QUEREM INVESTIGAR OS MOVIMENTOS DE MORADIA

Vereadores da ala mais conservadora na Câmara da Capital estão abrindo uma comissão especial de inquérito para investigar as 70 ocupações de prédios na região central. Por sua vez, a Polícia Civil também vai abrir investigação. Na verdade vereadores e governo estão mirando os movimentos de moradia que organizam os sem teto e dirigem as ocupações. O efeito do incêndio foi também político. Os movimentos de moradia mais tradicionais e respeitados não concordam com a forma como aquele movimento que dirigia a ocupação do prédio do Paissandu cobrava mensalidade das famílias.  O perigo é desviar a atenção do agudo problema social de falta de moradias. A Prefeitura de São Paulo estima haver uma demanda de moradia de 358 mil famílias que não podem adquirir um imóvel e boa parte que nem consegue pagar aluguel. Além disso, há 830 mil famílias que moram de forma precária na Capital.

 

 

 

 

 

  

 

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