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FIQUE LIGADO: CRISE ENTRE PREFEITURA E MÉDICOS REDUZ NÚMERO DE CONSULTAS, FALTAM MEDICAMENTOS BÁSICOS EM PA DE GUARULHOS E MAIS NOTÍCIAS

June 19, 2018

Escrito por Elói Pietá

CRISE NA RELAÇÃO ENTRE PREFEITURA E MÉDICOS REDUZ NÚMERO DE CONSULTAS

Uma grande redução no número de consultas disponíveis nas especialidades médicas em Guarulhos é resultado de um clima de estranhamento entre a Prefeitura e os médicos que atuam nos Centros de Especialidades Médicas de Guarulhos (CEMEGs). Há quatro deles na cidade. Fala-se até em 11 mil consultas a menos por mês no maior CEMEG, da Vila Augusta. Após a prisão de um médico no PA Dona Luiza (Pimentas) por marcar presença e se retirar, muitos especialistas, diante do clima policial implantado na Prefeitura, pediram demissão ou tomaram a cautela de reduzir a jornada de trabalho semanal para 12 horas, o que contratualmente é permitido. Com uma jornada diária menor eles conseguem marcar entrada e saída no horário certo, livrando-se de eventual punição ou até processo criminal.

 

FALTAM MEDICAMENTOS BÁSICOS E ESSENCIAIS NO PA DONA LUIZA

Segue a crise na Saúde de Guarulhos. No PA Dona Luiza estão faltando muitos medicamentos, entre eles: Buscopan, Voltaren, Profenil, Decadron, Cetoprofeno, Metilprednisolona e Captopril, que são amplamente utilizados para o tratamento de infecções, dores, hipertensão e outros atendimentos de urgência.

 

CENTROS DE ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS ESTÃO SEM MATERIAIS PARA OBTURAÇÕES

Os Centros de Especialidades Odontológicas da região da Vila Galvão e Macedo sofrem com a falta de materiais para realizar procedimentos simples, como obturações e canal. Com isso, esses procedimentos foram suspensos e muitos usuários entraram em uma fila de espera. A Secretaria de Saúde esclareceu que já está em andamento um novo processo de compra desses insumos, para regularização dos estoques e retomada do atendimento. A mesma falta de materiais para o trabalho de dentistas acontece nos postos de saúde da cidade.

 

BRASIL TEM SEGUNDA PIOR MOBILIDADE SOCIAL SEGUNDO ESTUDO DA OCDE

O país ocupa a segunda pior posição em um estudo sobre mobilidade social feito pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) com dados de 30 países e divulgado nesta sexta-feira (15). De acordo com o estudo O elevador social está quebrado? Como promover mobilidade social, seriam necessárias nove gerações para que os descendentes de um brasileiro entre os 10% mais pobres atingissem o nível médio de rendimento do país. A estimativa é a mesma para a África do Sul e só perde para a Colômbia, onde o período de ascensão levaria 11 gerações.

 

 

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