PREFEITURA ABRE MÃO DE 4 MILHÕES DO GOVERNO FEDERAL, CEI DESCARTA SUPOSTA IRREGULARIDADE ATRIBUÍDA AO VICE-PREFEITO, MORO FEZ POLÍTICA PARA MANTER LULA PRESO E MAIS NOTÍCIAS

July 10, 2018

Escrito por Elói Pietá

CEI DESCARTA SUPOSTA IRREGULARIDADE ATRIBUÍDA AO VICE-PREFEITO

Os vereadores da Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Câmara Municipal, instalada para investigar suposto crime de extorsão envolvendo o vice-prefeito Alexandre Zeitune (Rede), chegou ao seu penúltimo ato nesta sexta-feira (6) com a apresentação do relatório final, que descartou qualquer irregularidade atribuída a Zeitune. No retorno do recesso parlamentar, em agosto, o relatório elaborado pelo vereador Eduardo Carneiro (PSB), deverá ser apresentado ao plenário para votação.

 

PREFEITURA ABRE MÃO DE 4 MILHÕES DO GOVERNO FEDERAL

Havia um projeto para construir uma UPA no Cocaia, em frente ao Comercial Esperança. O Governo Federal já havia disponibilizado 4 milhões de reais para a obra. A nova gestão municipal disse que a obra custaria 6 milhões de reais e não era prioridade desse governo, e que, mesmo se fosse, não tinha o dinheiro para complementar os recursos vindos de Brasília. Desistiu da obra e dos recursos federais, ou seja, abriu mão de 4 milhões de reais sem ao menos tentar pensar algum caminho possível.

 

JUDICIÁRIO DE CABEÇA PARA BAIXO NO FIM DE SEMANA POR CAUSA DE LULA

A interferência, mesmo de férias na Europa, do juiz Sérgio Moro, determinando por telefone à Polícia Federal de Curitiba que não acatasse ordem de soltura de Lula dada pelo desembargador Rogério Favreto do Tribunal Regional Federal, autoridade superior ao juiz neste caso, pôs a hierarquia do Judiciário de cabeça para baixo neste fim de semana.

 

JUIZ SÉRGIO MORO FEZ POLÍTICA PARA MANTER LULA PRESO

Com a resistência do desembargador determinando que sua ordem fosse cumprida a qualquer custo, Moro apelou para dois colegas do desembargador, que não estavam de plantão, que o socorressem para impedir a liberdade de Lula e para dar à Polícia Federal a desculpa para não cumprir ordem judicial. Além de mostrar a atuação essencialmente política do juiz Moro e de dois de seus colegas desembargadores, o caso criou enorme confusão que vai terminar na pauta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Supremo Tribunal Federal.

 

 

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