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MORTES NO TRÂNSITO CRESCEM QUASE 40% EM GUARULHOS, A VOLTA DA CRISE HÍDRICA EM SÃO PAULO, CRÉDITO DO BNDES PARA A INDÚSTRIA É O PIOR DA HISTÓRIA E MAIS NOTÍCIAS

July 28, 2018

Escrito por Elói Pietá

 

MORTES NO TRÂNSITO CRESCEM QUASE 40% EM GUARULHOS

Guarulhos teve aumento de 39,6% no número de mortes no trânsito no primeiro semestre deste ano. Segundo dados do Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo (Infosiga-SP), foram 74 mortes nos seis primeiros meses de 2018, 21 a mais do que no mesmo período do ano passado, quando 53 morreram.

 

A VOLTA DO FANTASMA DA CRISE HÍDRICA EM SÃO PAULO

Os reservatórios do Sistema Cantareira devem entrar em estado de alerta até o próximo domingo (29). Com o nível do volume útil armazenado caindo diariamente desde abril, o sistema chegou a 40,2% de sua capacidade nesta sexta-feira (27) – número muito abaixo do período pré-crise hídrica, em 2013, quando acumulava 53,9%. 

 

JUROS DO CARTÃO DE CRÉDITO CONTINUAM NAS ALTURAS

Os juros médios cobrados pelas instituições financeiras no cheque especial e no cartão de crédito rotativo registraram queda em junho e também no primeiro semestre, mas ainda estão próximos da marca dos 300% ao ano, segundo números divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (27).  A taxa média do cheque especial, de acordo com a instituição, passou de 311,9%, em maio, para 304,9% ao ano em junho (a menor desde março de 2016), uma queda de sete pontos percentuais. No primeiro semestre, o juro recuou 18,1 pontos percentuais, pois estava em 323% ao ano no fim de 2017. Esses números pareceriam surreais em qualquer economia saudável, mas no Brasil é uma realidade corriqueira.

 

CRÉDITO DO BNDES PARA A INDÚSTRIA É O PIOR DA HISTÓRIA

Os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a indústria atingiram o menor patamar da série histórica no primeiro semestre deste ano. Nos 12 meses encerrados em junho, os empréstimos para o setor fabril ficaram em R$ 13,49 bilhões. Em maio o resultado nesse tipo de comparação havia sido ainda pior, chegando a a R$ 13,22 bilhões - o menor valor dos 23 anos da série histórica, em números já corrigidos pela inflação. Segundo analistas, três fatores principais vêm diminuindo a demanda por empréstimos do BNDES: o encarecimento do crédito por parte do banco de fomento; a duração e a magnitude da recessão, que deixaram as empresas em situação delicada para investir; e as incertezas eleitorais.  

 

 

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