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FIQUE LIGADO: CRESCE 40% O NÚMERO DE MORTES NO TRÂNSITO EM GUARULHOS, PRIMEIRA REAÇÃO À MUDANÇA DO REGIME TRABALHISTA NA PREFEITURA DE GUARULHOS E MAIS NOTÍCIAS

November 29, 2018

 Foto: Jovem Pan 

 

CRESCE 40% O NÚMERO DE MORTES NO TRÂNSITO EM GUARULHOS

Em 2018 foram 134 mortes no trânsito em Guarulhos nos meses de janeiro a outubro. Em 2017 foram 96 mortes ocorridas no mesmo período. A estatística é do governo paulista. É preciso separar as mortes nas três rodovias que cortam a cidade, com as mortes nas ruas internas.  Na Dutra, Fernão Dias e Ayrton Senna ocorreram 45% das mortes. Podem ser a metade delas, pois as estatísticas deixam 15 casos incertos quanto ao local da ocorrência. O maior número de mortos é de pedestres (46), seguido depois de motociclistas (38) e de ocupantes de automóveis (34).

 

PRIMEIRA REAÇÃO À MUDANÇA DO REGIME TRABALHISTA NA PREFEITURA DE GUARULHOS

Até aqui a proposta de mudança de 70% do pessoal celetista da Prefeitura de Guarulhos para uma legislação trabalhista municipal corria sem reação. Já foi protocolado o projeto na Câmara Municipal. Apenas alguns porta-vozes dos cerca de 5 mil excluídos queriam a inclusão de todos, e portanto estavam conformes com o projeto. Mas, a primeira reação organizada veio do presidente do Conselho Deliberativo do Instituto de Previdência Municipal, Luiz Carlos Gonçalves. Ele enviou ofício à direção do Instituto e à Câmara Municipal reclamando que aquele órgão de deliberação, que representa contribuintes e aposentados do Instituto obrigatoriamente deve dar seu parecer, mas não recebeu nenhuma informação da viabilidade orçamentária e financeira da mudança proposta. O Conselho cuida apenas da parte previdenciária do Instituto.

 

PREFEITURA, CÂMARA E SAAE PODEM GASTAR 130 MILHÕES COM APOSENTADORIAS NESTE ANO

Os dados indicam que para manter o Instituto de Previdência de Guarulhos, a Prefeitura, a Câmara e o SAAE entraram com 106 milhões de reais de janeiro a outubro de 2018.  A contribuição de servidores vinculados ao regime próprio municipal foi de 17 milhões no período. Projetando para o ano todo, as instituições municipais vão bancar em torno de 130 milhões e os atuais contribuintes e beneficiários do sistema de previdência municipal vão entrar com cerca de 20 milhões. Com a reforma do sistema trabalhista da administração direta municipal, o chamado Regime Jurídico Único, no curto e médio prazo os gastos vão ser financiados em maior volume pela contribuição dos funcionários. Mas no longo prazo o problema da manutenção do sistema pode voltar-se com mais força para a cobertura com recursos públicos. O chamado estudo atuarial reclamado pelo Conselho do Instituto precisa responder a esta questão.

 

SAÍDA DOS MÉDICOS CUBANOS CONTINUA SEM COBERTURA

Embora o governo federal alegue que que já se inscreveram mais de 8 mil médicos para substituir os 8.332 médicos cubanos que deixaram ou estão deixando os municípios brasileiros, o problema é a alta desistência dos médicos brasileiros inscritos. Outro problema é a migração do mesmo médico na mesma cidade do contrato municipal para o programa Mais Médicos, cobrindo um santo para descobrir outro. Há pequenos municípios pagando menos do que os R$ 11.800 para médicos. Eles então preferem migrar para as vagas abertas com este salário maior mais auxílio moradia de R$ 1.800 do Mais Médicos. Outros médicos brasileiros inscritos não aceitam trabalhar nas regiões rurais ou de florestas longe das sedes dos municípios, e por isso desistem em grande número. Outros ainda se inscrevem mas mudam de ideia para não mudar de cidade, de plantões, ou prejudicar suas residência médica quando recém formados. 

 

 

 

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