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FIQUE LIGADO: PARTE DO TETO DA ENFERMARIA DO HMU DE GUARULHOS CAIU NESTA MADRUGADA, SETOR DE SERVIÇOS SALVA O EMPREGO FORMAL EM GUARULHOS E MAIS NOTÍCIAS

March 1, 2019

PARTE DO TETO DA ENFERMARIA DO HMU DE GUARULHOS CAIU NESTA MADRUGADA

Na madrugada desta sexta-feira (01), caiu parte do teto da enfermaria do pronto socorro do Hospital Municipal de Urgências (HMU) de Guarulhos. O Instituto Gerir, empresa que foi contratada pela Prefeitura e que administrou o HMU até agosto de 2018, fez há menos de dois anos uma reforma naquele hospital. Ela custou 2 milhões de reais. Mas o teto várias vezes vazava em dias de chuva. Agora parte veio abaixo. O incidente gerou transtornos para funcionários do hospital e para usuários, que tiveram de ser transferidos para outra parte do HMU. Nenhuma pessoa se feriu, mas A  área teve de ser isolada e talvez alguns pacientes terão de ser transferidos para a UPA Paulista. Segundo a Prefeitura, trata-se de uma infiltração e o teto não será consertado ainda nesta sexta-feira porque continua chovendo.

 

SETOR DE SERVIÇOS SALVA O EMPREGO FORMAL EM GUARULHOS NOS ÚLTIMOS 12 MESES

O setor de serviços amplia cada vez mais sua importância na renda da população que trabalha com carteira assinada na cidade de Guarulhos. Nos últimos 12 meses, de fevereiro de 2018 a janeiro inclusive de 2019, nos ramos denominados de ‘serviços’, as contratações de pessoal superaram em 4 mil o número de pessoas demitidas neste setor. O comércio não teve o mesmo vigor, embora tenha um saldo positivo de 850 contratações a mais do que demissões. O problema se deu na indústria, que terminou o período de 12 meses com 835 postos de trabalho a menos. A tendência vai parecendo irreversível. Cada vez mais a indústria se retraindo na cidade e crescendo as atividades de serviços (aeroportuários, de transportes e logística, de saúde, de educação, de alimentação, de hotelaria, de consertos, etc.) junto com um crescimento da atividade comercial, embora esta em menor ritmo.  A construção civil, por sua vez, também demitiu mais trabalhadores do que contratou, tendo um saldo negativo de 325 empregos nos últimos 12 meses. Os dados são de trabalhadores com carteira assinada na cidade, divulgados ontem no Caged do Ministério do Trabalho. Empregadores privados e públicos têm que informar estes dados mês a mês.

 

NO MÊS DE JANEIRO, SÓ OS JOVENS COM ATÉ 24 ANOS TÊM SALDO POSITIVO DE EMPREGO EM GUARULHOS

No mês de janeiro todas as faixas etárias de 25 anos para cima tiveram mais demissões do que admissões em Guarulhos. São dados de empregos com carteira assinada do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho divulgados nesta quinta (28). Salvaram-se apenas os trabalhadores e trabalhadoras com idade até 24 anos inclusive. Estes tiveram 522 admissões em maior número do que demissões.  Nas faixas superiores de idade o número de demissões superou em 718 a quantidade de admissões. Estes dados reforçam a tendência verificada todos os meses. Para reduzir o bolo da renda salarial as empresas estão preferindo admitir pessoas mais jovens que trabalham por salário menor. 

 

NO BRASIL, A INDÚSTRIA CONTINUA RECUANDO SUA PRESENÇA NA ECONOMIA

A indústria em 2018 representou no país 22% das riquezas produzidas, do chamado Produto Interno Bruto. Há 12 anos atrás, em 2006, a indústria representou 29% da riqueza produzida naquele ano. O ano de 2018 não foi promissor. A indústria nacional ficou praticamente estagnada. Cresceu menos de 1% (exatamente 0,6%). O que deixa uma herança pouco otimista para 2019, pois um dos sustentáculos daquele pequeno crescimento foi a indústria automobilística. Em 2019 este setor industrial está ameaçado com o fechamento anunciado da fábrica de caminhões e automóveis Fiesta da FORD, e vai continuar sofrendo com a retração da economia argentina, um dos mercados importantes de exportação da produção de veículos no Brasil. 

 

CONSTRUÇÃO CIVIL PROSSEGUE SUA TRAJETÓRIA DE QUEDA DOS ÚLTIMOS 5 ANOS

No ano de 2018, a construção civil no Brasil recuou 2,5%. Manteve assim a trajetória de queda dos últimos cinco anos, que já foi mais acentuada. Um dos motivos é a falta de investimentos dos governos em infraestrutura. Outro motivo é o estoque de imóveis acima da procura, devido à queda da renda das famílias e às desconfianças quanto ao futuro. As imobiliárias estão sentindo muitas dificuldades nas vendas. A isso se soma as dificuldades de alugar imóveis. Parte da população de baixa renda tem lançado mão das ocupações de terrenos para se safar do aluguel ou da moradia de favor em casa de parentes. Isto tem agravado os conflitos imobiliários que se debatem no judiciário até chegarem à dramática fase policial.

 

EX-ASSESSOR DE FLÁVIO BOLSONARO MUDA VERSÃO SOBRE ALTA QUANTIA QUE ARRECADAVA DOS ASSESSORES

Fabrício Queiroz, ex-assessor e motorista do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) quando este era deputado estadual no Rio, e amigo de pescaria do agora presidente da República, afirmou ao Ministério Público que fazia o “gerenciamento financeiro” de valores arrecadados mensalmente do salário de funcionários de gabinete. Queiroz mudou completamente sua versão anterior em que dizia que a movimentação em sua conta de 1 milhão e duzentos mil reais em um ano era resultado de um negócio de compra e venda de carros usados. Agora ele diz que arrecadava mês a mês boa parte do salário de seus colegas assessores para contratar outros assessores sem registro formal. Até hoje, depois de meses, Queiroz não apareceu para se esclarecer no Ministério Público. Sua defesa foi apresentada por escrito para não ter que responder perguntas incômodas dos promotores públicos. Ele afirma que o deputado Bolsonaro não sabia que tinha assessores multiplicados desta forma. O agora senador terá que algum dia falar ao Ministério Público como tinha uma vasta rede de assessores que ignorava ter, e como multiplicou seu patrimônio nos anos em que exerceu o mandato no Rio.

O FIQUE LIGADO VOLTA NA QUARTA-FEIRA DE CINZAS DIA 6 DE MARÇO.

 

 

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