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FIQUE LIGADO: AUMENTAM OS CASOS DE DENGUE EM GUARULHOS NOS MESES DE MARÇO E ABRIL, PREFEITURA ARRECADA 1 BILHÃO E 200 MILHÕES EM TRÊS MESES

May 3, 2019

 AUMENTAM OS CASOS DE DENGUE EM GUARULHOS NOS MESES DE MARÇO E ABRIL

Guarulhos teve uma explosão de casos de dengue nos meses de março e abril. Até agora, foram 1.015 casos confirmados da doença. Uma força-tarefa com cerca de 50 profissionais de saúde estará fazendo um trabalho de combate à dengue neste sábado (4), das 9 às 14 horas, no Terminal de Ônibus São João e nas principais ruas dos bairros Cidade Seródio, Haroldo Veloso, em especial Jardim Lenize, que já teve mais de 300 casos confirmados.

 

PREFEITURA DE GUARULHOS ARRECADA 1 BILHÃO E 200 MILHÕES EM TRÊS MESES

Nos três primeiros meses deste ano a Prefeitura de Guarulhos arrecadou 1 bilhão e 218 milhões de reais. Gastou 1 bilhão 164 milhões, portanto 54 milhões a menos do que a sua receita. O problema é que a maior parte do IPTU, uma de suas principais receitas, entra neste período inicial do ano e encolhe depois. Por isso a Prefeitura tem que manter uma reserva, também para mais adiante pagar o 13º salário, uma vez que o funcionalismo representa cerca de metade de seus gastos. Comparando com os mesmos três primeiros meses de 2018 em valores reais a arrecadação foi agora menor do que no ano passado, principalmente porque naquela época ainda vigorava uma anistia de impostos o que gerava uma arrecadação extra que agora não aconteceu. As despesas por sua vez têm aumentado, seja pela inflação, seja pelo reajuste do funcionalismo do ano passado, seja agora por despesas com o novo regime de cerca de 12 mil funcionários, e um novo reajuste que terminará ocorrendo no salário dos funcionários. Outro problema é que economia brasileira segundo previsões vai ter baixo crescimento neste ano, entre 1% e 2%, com reflexo na arrecadação dos entes públicos.

 

ESTUDO MOSTRA O PROVÁVEL CUSTO EM VIDAS DOS CORTES PLANEJADOS PARA A SAÚDE PELOS GOVERNOS TEMER E BOLSONARO

Um estudo, realizado numa parceria entre a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e à London School of Hygiene and Tropical Medicine, da Inglaterra, e divulgado nesta quinta-feira (2),  estimou pela primeira vez qual pode ser o impacto, em vidas humanas, do corte de duas das mais sensíveis medidas relacionadas à saúde no Brasil nos anos recentes e que estão ameaçados com a Lei do teto de gastos de Temer, e as políticas de cortes de gastos do governo Bolsonaro. Segundo o estudo, publicado no periódico BMC Medicine, os cortes de gastos federais para o programa Estratégia da Saúde da Família e o eventual fim do programa Mais Médicos podem levar a um aumento de 8,6% na mortalidade, o que representa cerca de 48 mil óbitos evitáveis entre 2017 e 2030.

 

PRODUÇÃO INDUSTRIAL SEGUE EM QUEDA NO BRASIL

O drama da indústria brasileira parece não ter fim. Considerados os últimos 12 meses houve leve queda na produção industrial brasileira, segundo o IBGE. A indústria cada vez mais vai perdendo peso no total da economia brasileira. Isto atinge mais cidades em outras épocas predominantemente industriais, como Guarulhos e outras cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Nos últimos doze meses, a indústria viveu soluços, ora crescendo ora caindo, num vaivém negativo. Terminou o período com 0,1% negativo.

 

UMA DAS RAZÕES DA QUEDA DA INDÚSTRIA É A REDUÇÃO DAS VENDAS A OUTROS PAÍSES

Além da redução da renda das famílias e das empresas com a crise e o desemprego, uma das causas das dificuldades da indústria brasileira é a queda nas exportações de produtos industriais. O Brasil cada vez mais depende da exportação de produtos primários (agrícolas, minérios, carnes). A venda de produtos industriais brasileiros a outros países vem caindo e a compra de produtos industriais produzidos em outros países vem subindo. Comparando os três primeiros meses de cada ano, o saldo exportação versus importação de produtos industriais foi negativo para o Brasil em 27 bilhões de reais neste ano. Havia sido negativo de 17 bilhões no ano passado e de 10 bilhões em 2017. Os dados foram divulgados nesta semana por uma entidade que congrega 50 grandes empresas brasileiras, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

 

 

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