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FIQUE LIGADO: MAIORES CONTRATOS DA SAÚDE EM GUARULHOS RECEBERAM 108 MILHÕES DE REAIS, PREFEITURA EM 4 MESES ARRECADOU MAIS DE 50% DO IPTU E MAIS NOTÍCIAS

June 3, 2019

PREFEITURA DE GUARULHOS EM 4 MESES ARRECADOU MAIS DE 50% DO IPTU

No início do ano sempre o IPTU e IPVA têm a maior parte de sua arrecadação. Foi o que ocorreu mais uma vez em 2019 em Guarulhos. O IPTU previsto para o ano já teve 53% arrecadados de janeiro a abril. E o IPVA muito mais: 70% foi arrecadado nos quatro primeiros meses. Dos 197 milhões de reais previstos deste imposto sobre veículos, 139 milhões já foram recolhidos. No caso do IPTU, dos 534 milhões de reais previstos, 284 milhões já foram para o caixa da Prefeitura naquele quadrimestre. Como a crise econômica e a recessão persistente tendem a reduzir a arrecadação do ICMS e ISS ao longo do ano, e o corte de gastos do governo federal segura repasses à Prefeitura, ela tem que manter uma reserva para chegar até o final do ano. Daí também o reajuste para os funcionários de apenas 1% em maio e meio por cento nos distantes setembro e novembro, contrariando as promessas de campanha do atual prefeito.

 

MAIORES CONTRATOS DA SAÚDE EM GUARULHOS RECEBERAM 108 MILHÕES DE REAIS EM 4 MESES

Foi de 108 milhões de reais a soma dos maiores pagamentos para organizações privadas ou beneficentes feitos pela Secretaria da Saúde de Guarulhos nos quatro primeiros meses de 2019. Elas administram hospitais, emergências, e outros serviços.  O total de pagamentos feitos pela Secretaria naqueles meses (janeiro a abril) foi de 275 milhões de reais, incluídos aí o pagamento de salários e benefícios do pessoal próprio da Prefeitura. Este valor não cobre todo saldo devedor da Prefeitura com estas entidades. Apenas retrata o que foi pago. Quem mais recebeu foi a Maternidade JJM, 17 milhões de reais de janeiro a abril. Depois vem a SPDM, que administra o Hospital Pimentas, com 15 milhões e 8 mil reais. Logo após a IDGT, que administra o Hospital da Criança, 14 milhões e 700 mil reais. A seguir a ABC, da UPA São João e PA Maria Dirce, 13 milhões de reais. Só então vem o HMU, administrado pela Santa Casa de Birigui, que recebeu 12 milhões e 800 mil. E o hospital Stella Maris, com 11 milhões e 700 mil. Outros pagamentos de peso, abaixo de 7 milhões de reais, foram para a AFIP, que faz os exames de laboratório; a Proguaru que cuida da limpeza e portaria; a Associação Saúde da Família que cuida dos CAPS; a Ameneg que faz as hemodiálises; a Express Logística, que administra a distribuição dos remédios.

 

BRASIL TEM 33 MILHÕES DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS PRIVADAS E 18 MILHÕES NO DESEMPREGO

O IBGE publicou na sexta (31) o quadro nacional de emprego e desemprego até o final de abril. No país a população que trabalha é de 92 milhões de pessoas. Destas com carteira assinada em empresas  privadas são 33 milhões de pessoas. Empregados sem carteira assinada são 11 milhões de pessoas. O levantamento do IBGE é feito nas residências. Estranhamente o IBGE não conta empregadas e empregados domésticos, seja com ou sem carteira assinada. O número de pessoas desempregadas no país é de 18 milhões somando-se quem está à procura de emprego e quem desistiu de procurar, os chamados desalentados.  

 

MAIS DA METADE DE QUEM VOTOU EM BOLSONARO APENAS NO SEGUNDO TURNO ACHA O GOVERNO RUIM OU PÉSSIMO, SEGUNDO PESQUISA

Pesquisa divulgada neste domingo (02), pelo instituto Ideia Big Data, que realiza pesquisas para grupos do mercado financeiro, mostra que a aprovação do governo Bolsonaro continua em queda. Agora, os que consideram o governo ruim ou péssimo somam 36%, contra 31% que acham o governo ótimo ou bom, 33% o consideram regular. Em fevereiro, estes números eram 21%, 49% e 30%. Os eleitores que votaram em Bolsonaro apenas no segundo turno são os grandes responsáveis por essa queda de popularidade, pois representam mais da metade daqueles que aprovavam e não aprovam mais o atual governo. O Ideia Big Data ouviu 1.660 pessoas de 90 cidades e 22 estados entre os dias 31 maio e 1º de junho. A margem de erro é de 3,2 pontos, para mais ou para menos.

 

MARCHA DA MACONHA TOMOU CONTA DA PAULISTA NESTE SÁBADO (1º)

Cerca de 15 mil pessoas, segundo os organizadores, participaram da Marcha da Maconha neste sábado (1º), na Avenida Paulista. O ato teve início por volta das 15 horas, com cartazes pedindo a legalização, os manifestantes ocuparam as 8 faixas da via, da altura do Masp até a Rua da Consolação. O ato foi pacífico, segundo a Polícia Militar. Sob o tema "Para o povo vivo e livre - legalize", o ato pede o "fim da guerra às drogas" antes de o STF julgar a descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal. O ministro Dias Toffoli adiou o julgamento sem marcar nova data.

 

FESTIVAL LULA LIVRE LEVOU 20 MIL PESSOAS PARA A PRAÇA DA REPÚBLICA NESTE DOMINGO

Milhares de pessoas prestigiaram apresentações de artistas durante o Festival Lula Livre neste domingo (2), na Praça da República, em São Paulo. Durante as apresentações, o público e os artistas que se apresentavam, pediram a liberdade do ex-Presidente Lula que foi condenado sem provas e está preso em Curitiba. O festival teve início às 14 horas sob chuva moderada, na Praça da República, no Centro de São Paulo, e lotou a área em frente à Secretária da Educação do governo de São Paulo. A PM não tem divulgado estimativa de público em protestos, mas os organizadores do ato calculam que 20 mil pessoas passaram pelo evento à tarde. O dia contou com as apresentações de Arnaldo Antunes, Thaíde, BaianaSystem, Emicida, Criolo, Nação Zumbi, Tulipa Ruiz, Fernanda Takai, Chico César, Odair José, Zeca Baleiro e Anelis Assumpção, entre outros.

 

A PARTIR DESTA SEGUNDA-FEIRA (3), QUALQUER PESSOA PODE SE VACINAR CONTRA A GRIPE

A partir desta segunda-feira (3), a vacina para a gripe estará disponível para toda a população, inclusive para quem faz parte do público prioritário e que ainda não se vacinou. As doses estarão disponíveis enquanto durarem os estoques. Nas fase anterior, iniciada em 10 de abril, foram priorizados 59,4 milhões de gestantes, puérperas, crianças entre 6 meses a menores de 6 anos, idosos, indígenas, professores, trabalhadores de saúde, pessoas com comorbidades (existência de duas ou mais doenças em simultâneo na mesma pessoa), funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade, além de profissionais de segurança e salvamento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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