FIQUE LIGADO: 3 MIL PESSOAS ENFRENTAM O FRIO E UMA FILA GIGANTE EM BUSCA DE EMPREGO EM GUARULHOS, EMPREGO EM METALÚRGICAS DE GUARULHOS CAIU AO NÚMERO DE 20 ANOS ATRÁS E MAIS NOTÍCIAS

July 8, 2019

3 MIL PESSOAS ENFRENTAM O FRIO E UMA FILA GIGANTE EM BUSCA DE EMPREGO EM GUARULHOS

Pelo menos 3 mil pessoas madrugaram em Guarulhos nesta segunda-feira de muito frio para disputar uma das 150 vagas de emprego oferecidas por uma empresa de materiais de construção da cidade. Segundo a empresa, os postos disponíveis são para vendedores, atendentes, auxiliares de limpeza, ajudantes gerais, fiscais, operadores de caixa e gerência. A remuneração para esses cargos varia de R$1.400 a R$5.000. A enorme fila se formou antes das 7 da manhã e tomou conta de mais de um quarteirão da avenida Arthur Marcondes de Siqueira, na região do Bonsucesso.

 

EMPREGO EM METALÚRGICAS DE GUARULHOS CAIU AO NÚMERO DE 20 ANOS ATRÁS

Em 2019 a categoria metalúrgica em Guarulhos conta com 39.179 empregos de carteira assinada. Em 2000 a categoria tinha 39.337 empregados e empregadas na cidade. A partir de 2003 a cada ano o número foi crescendo de tal modo que em 2008 estava com 56.725 pessoas trabalhando como assalariados na categoria. Houve uma queda de 6 mil na crise de 2009. Mas em 2010 chegou a 58. 204 ficando na casa dos 50 mil até 2014. Foi a partir de 2015 que desabou até os atuais 39 mil. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, DIEESE, compilados com as informações oficiais da RAIS e do Caged.

 

COMPARANDO: CATEGORIA METALÚRGICA ENCOLHEU MAIS EM GUARULHOS DO QUE NO BRASIL

No Brasil o número de trabalhadores da categoria metalúrgica era de 1 milhão 276 mil no início da década de 2000 e neste ano de 2019 é de 1 milhão 906 mil. Diferente de Guarulhos, quando o pico do número de trabalhadores desta categoria foi em 2008/2010, no Brasil foi em 2013. A queda brusca se deu a partir de 2015. Na comparação com Guarulhos embora o número de trabalhadores deste ramo tenha caído em todo o país, proporcionalmente foi menor no Brasil. O que é mais um dado do esvaziamento de indústrias metalúrgicas na cidade, um setor que chegou a ser o maior empregador da cidade no passado.

 

FRIO MATA TRÊS MORADORES DE RUA NA CAPITAL

Na noite deste domingo para segunda, em três regiões distintas da Capital foram encontrados mortos três moradores de rua sem sinal de violência, com  características e cenários de terem morrido de frio. Um deles fopi encontrado na escada que dá acesso ao terminal de ônibus e metrô na Barra Funda. Outro numa calçada em Itaquera. Outro numa rua na região do Canindé. Este último já identificado, se recusava a ficar em abrigo alegando que, por ser homossexual, era discriminado. Antes desta noite rigorosa de inverno, funcionários da Prefeitura da Capital na região central foram criticados por recolher roupas e cobertores que moradores de rua haviam estocado durante o dia nos cantos de uma praça.

 

PESQUISA DATAFOLHA INDICA QUE CONTINUA EMPATE ENTRE APROVAÇÃO E REJEIÇÃO DE BOLSONARO NO PAÍS

Publicada nesta segunda (8), pesquisa Datafolha mostra que enquanto 33% de brasileiros e brasileiras consideram o governo Bolsonaro ótimo ou bom, outros 33% o consideram ruim ou péssimo. No meio termo ficam 31% q    ue o consideram regular. O atual presidente continua o mais mal avaliado no primeiro ano de governo de todos os presidentes desde a redemocratização em 1989. O ex-presidente Collor depois de congelar as poupanças estava aos seis meses de governo com 34% de ótimo ou bom e 20% de ruim ou péssimo. Quem mais apóia Bolsonaro são homens, brancos, ricos, e mais escolarizados. As regiões que mais o apoiam são o Sul do país, o Centro-Oeste e o Norte. Na região Sudeste com São Paulo, Minas, Rio, Espírito Santo a rejeição ao presidente subiu de 30% em abril para 34% em julho.

 

DATAFOLHA MOSTRA QUE 58% CONSIDERAM INADEQUADO COMPORTAMENTO DE MORO QUANDO JUIZ

Na mesma pesquisa que avaliou a opinião no país sobre o atual governo, foi perguntado se as 2 mil e 800 pessoas entrevistadas em 130 cidades consideram adequado ou inadequado o comportamento do atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, quando era juiz.  58% consideraram inadequada. Entre os mais jovens a reprovação foi recorde: 73%. Entre as pessoas de mais de 60 anos e os mais ricos a reprovação foi a mais baixa: 44 e 49% respectivamente. A maioria dos entrevistados acham que as decisões de Moro devem ser revistas. 

 

 

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