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FIQUE LIGADO: CONTINUAM AS AGRESSÕES DE USUÁRIOS CONTRA PROFISSIONAIS DA SAÚDE EM GUARULHOS; INDÚSTRIA, CONSTRUÇÃO E SERVIÇOS CONTINUARAM PERDENDO EMPREGOS NA CIDADE E MAIS NOTÍCIAS

August 26, 2019

CONTINUAM AS AGRESSÕES DE USUÁRIOS CONTRA PROFISSIONAIS DA SAÚDE EM GUARULHOS

A saúde pública da cidade de Guarulhos segue em crise. Nesta segunda-feira (26), a UBS Bambi estava sem médico e isso acabou produzindo agressões verbais dos usuários, que não conseguiram atendimento, contra os servidores responsáveis pelo atendimento na unidade.  Além disso, exames simples como o de urina estão demorando até quatro meses para serem realizados. Na UPA Paulista, um médico foi agredido no plantão noturno de sexta-feira (23), e alguns usuários quebraram computadores da unidade.

 

INDÚSTRIA, CONSTRUÇÃO E SERVIÇOS CONTINUARAM PERDENDO EMPREGOS EM GUARULHOS

Os dados de empregos com carteira assinada do mês de julho mostraram queda do número de empregos formais em Guarulhos nas áreas da indústria, dos serviços e da construção civil. No mês, foram 372 empregos a menos na cidade. Apenas o comércio teve leve recuperação. Na Região Metropolitana de São Paulo, ao contrário de Guarulhos, a indústria, os serviços, a construção civil, e o comércio tiveram crescimento no número de empregados. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério da Economia publicados na sexta (23) indicam um problema extra para a economia da cidade. Mesmo com uma pequena recuperação de empregos na região metropolitana em que se situa, Guarulhos tem se destacado negativamente. Outro dado revelado pelo Caged sobre a cidade é impressionante rotatividade nos empregos: de janeiro a julho deste ano foram  demitidas 67 mil 242 pessoas na cidade e admitidas 67 mil 114. Continue lendo depois da propaganda...

SÓ EM 2025 SERIAM REPOSTOS NO PAÍS OS EMPREGOS PERDIDOS NA CRISE SE MANTIDO O RITMO ATUAL

No atual ciclo da crise econômica que vem desde 2015, no Brasil inteiro foram perdidos 3 milhões de empregos de carteira assinada. Segundo o Caged publicado nesta sexta, no país todo o saldo favorável de admissões em relação às demissões de carteira assinada beirou 44 mil empregos. Ficou abaixo do mesmo mês do ano passado. O setor que mais gerou empregos no país foi o de serviços, seguido pela agropecuária e pela construção civil. O problema é que a renda dos empregos tem caído, o que repercute negativamente sobre o movimento da economia, e em decorrência, dos empregos. Outro problema é a repercussão no Brasil da crise da economia internacional que tem se agravado com a guerra econômica entre Estados Unidos e China, segurando o desempenho da economia chinesa, o principal parceiro comercial do Brasil. E com a crise argentina, terceiro parceiro comercial do Brasil, principalmente importador de produtos industriais brasileiros.

 

DECLARAÇÕES E ATITUDES DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA CRIARAM CLIMA FAVORÁVEL AOS INCÊNDIOS NA AMAZÔNIA

Diferente dos presidentes anteriores da República após a redemocratização, que se mostravam a favor da preservação ambiental, o atual presidente, na campanha e no governo, tem atacado as ações de preservação ambiental e estimulado a ação rural e de exploração mineral nas áreas de floresta. Já no governo, ele criticou os órgãos de fiscalização ambiental, o ICMBio e o IBAMA. Cortou drasticamente seus recursos e seu pessoal, derrubou o presidente do ICMBio, trocou 21 dos 27 superintendentes do IBAMA. O presidente desmentiu alertas sobre ampliação do desmatamento obtidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais via satélite e fez cair seu principal dirigente. Atacou as organizações não governamentais defensoras do meio ambiente e as acusou de incendiárias, sem nenhuma prova. Estimulou a entrada do garimpo e dos madeireiros nas reservas indígenas. Foi o aval vindo de cima para o impulso do desmatamento e das queimadas.

 

EM AGOSTO FORAM DETECTADOS 26 MIL FOCOS DE INCÊNDIO NA AMAZÔNIA

A identificação de 26 mil focos de incêndio em agosto na Amazônia brasileira está ligada a três fatores relacionados. Os estímulos do presidente da República, a convicção de impunidade dos fazendeiros, e a queda na fiscalização. No estado do Amazonas caíram quase 60% os autos de infração por ataque às florestas. No Pará e em outros estados estes atos de fiscalização caíram entre 35 a 50%. No Pará ainda, os fazendeiros resolveram mostrar o apoio ao presidente através do fogo na floresta. Eles decretaram o dia 10 de agosto como o “dia do fogo”. Os satélites acusaram a partir daquele dia um súbito aumento das queimadas em várias regiões do estado. Em algumas delas os focos de incêndio chegaram a crescer de 300% a 700%.

 

REAÇÃO INTERNACIONAL FAZ O GOVERNO BRASILEIRO ENTREGAR ÀS FORÇAS ARMADAS O COMBATE AO FOGO

Foi a ameaça de alguns países de boicotar a importação de carne e de produtos agrícolas brasileiros, e ameaça francesa de não aprovar o acordo comercial com o Mercosul, que fez o governo brasileiro mudar seu discurso antiambiental. Uma parte do agronegócio, de empresários, e membros das Forças Armadas pressionaram o presidente a mudar o tom. Resultado foi em rede de TV e rádio uma fala diferente da que marcou a campanha e os oito primeiros meses deste governo, e o decreto autorizando o emprego das Forças Armadas por um mês no combate aos incêndios e ao desmatamento na Amazônia.      

 

 

 

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