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FIQUE LIGADO: SAÚDE EM CRISE E SEM COMANDO EM GUARULHOS, GRANDE MAIORIA DOS JOVENS TRABALHA SEM CARTEIRA ASSINADA E MAIS NOTÍCIAS

August 29, 2019

SAÚDE EM CRISE E SEM COMANDO EM GUARULHOS

A Policlínica Paraventi também tem sido palco de agressões de usuários contra profissionais de saúde, inclusive médicos. Nesta segunda-feira (26) e nesta quarta-feira (28), servidores da policlínica sofreram agressões verbais e até empurrões. As unidades de saúde da Prefeitura de Guarulhos tem sido o palco em que a novela da crise crônica da saúde pública municipal se apresenta com graus profundos de dramaticidade. Faltam médicos, faltam remédios, faltam insumos básicos e equipamentos, falta manutenção dos prédios. Para piorar esse enredo, a secretaria municipal de saúde, Ana Cristina Kantzos, saiu de férias e circulam intensamente informações de que seu adjunto, Dalmo Viana, teria pedido demissão.

 

GRANDE MAIORIA DOS JOVENS TRABALHA SEM CARTEIRA ASSINADA

Um levantamento que cruzou dados oficiais de trabalho no Brasil concluiu que a imensa maioria dos jovens entre 18 e 24 anos que conseguiram trabalho remunerado nos últimos 12 meses não tem vínculo legal. Eles estão no trabalho informal, seja como autônomos, seja como assalariados sem carteira assinada.  O estudo foi publicado no jornal Valor Econômico desta quinta (29). Foram 230 mil jovens que conseguiram entrar no mercado de trabalho no Brasil no período de um ano. Destes, apenas 14% conseguiram trabalhar com carteira assinada. Outros 85 mil jovens passaram a receber salário, porém sem vínculo trabalhista. E 119 mil foram trabalhar por “conta própria”, sem CNPJ.  Segundo um levantamento do Dieese, quase a metade de quem trabalha por “conta própria” recebe por mês menos do que um salário mínimo. Estes dados mostram a enorme precarização do trabalho no país. A reforma da Previdência do atual governo, que está para ser aprovada no Senado, será mais um duro golpe no futuro desta geração.

 

VENDA DA CEAGESP PODE CRIAR UM MONOPÓLIO PRIVADO DO ABASTECIMENTO DE ALIMENTOS

No dia 21 de agosto (quarta-feira), o governo Bolsonaro apresentou uma lista das empresas estatais que pretende privatizar. Nessa lista está a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), por onde circula diariamente metade de tudo o que é vendido no comércio varejista de alimentos no país, movimentando cerca de R$ 10 bilhões por ano. É uma empresa altamente lucrativa que Bolsonaro que passar para a iniciativa privada, sem ao menos apresentar uma justificativa que não seja o mero desejo de desmonte do Estado Nacional. O governo avalia a empresa em cerca de 1 bilhão de reais, muito baixo para um empreendimento que movimenta cerca de R$ 10 bilhões por ano. Além disso, a venda da Ceagesp pode criar um monopólio privado do abastecimento e encarecer os preços dos alimentos.

 

BRASIL NÃO CUMPRE ACORDO MUNDIAL CONTRA AQUECIMENTO GLOBAL

O Brasil se comprometeu em 2009, no Acordo de Copenhague na cúpula mundial sobre o clima, a reduzir o desmatamento como parte de seu esforço contra o aquecimento global.  Em números ficou que o limite de desmatamento seria no máximo de 3.800 quilômetros quadrados num ano. No ano passado foi desmatado o dobro no país. E no ritmo em que está ocorrendo neste ano há um crescimento em relação ao ano passado. A pastagem em áreas antes de floresta é o vilão principal. É pastagem extensiva, do tamanho de um campo de futebol para cada vaca. Devido à baixa qualidade do pasto, logo adiante a área desmatada e queimada é abandonada, e o desmatamento avança sobre novas áreas de floresta.

 

GOVERNO ARGENTINO DIZ A FMI QUE PAÍS ESTÁ QUEBRADO

O ministro da Fazenda da Argentina anunciou nesta quarta-feira (28) que o governo de Mauricio Macri pediu ao Fundo Monetário Internacional (FMI) prazos maiores para pagar a dívida bilionária do país com o organismo. Na manhã desta quinta-feira (29), as organizações sociais, sindicais, estudantis tomaram Buenos Aires desde o início da manhã, com várias manifestações de massa que bloquearam os acessos à cidade e colapsaram o centro da cidade. Foi uma demonstração de força com uma exigência central: que o Governo estabeleça “medidas urgentes contra a fome”, pois um terço dos argentinos vive na pobreza. Macri fez na Argentina o que Bolsonaro pretende fazer no Brasil, com a promessa de que ao retirar direitos do povo, a economia cresceria e as forças do mercado produziriam renda e emprego para os trabalhadores e trabalhadoras. 

 

 

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