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FIQUE LIGADO: PRIVATIZAÇÃO DA SABESP PODE ELEVAR A TARIFA E DIFICULTAR A RELAÇÃO DOS CONSUMIDORES COM A EMPRESA, PARA 54% DOS BRASILEIROS A LAVA JATO COMETEU EXCESSOS E MAIS NOTÍCIAS

October 15, 2019

PRIVATIZAÇÃO DA SABESP PODE ELEVAR A TARIFA E DIFICULTAR A RELAÇÃO DOS CONSUMIDORES COM A EMPRESA

As declarações do governador Dória e de seu secretário da Fazenda que pretendem vender a Sabesp ao capital privado quando o Congresso Nacional votar projeto autorizando a alienação total da companhia estatal terá grandes consequências se vier a acontecer. Inclusive para Guarulhos que alienou o SAAE à Sabesp. Graves consequências podem ocorrer por dois motivos: o sistema de abastecimento de água e coleta de esgotos é monopólio e por isso não tem alternativa de contratação de outro serviço por preço menor; a robotização do atendimento dificultará a relação entre os consumidores e a empresa concessionário destes serviços essenciais. Um exemplo da segunda consequência todos já sentiram nas empresas de telefonia e internet. Elas arbitrariamente elevam preços, cortam os serviços, e dificultam enormemente o sucesso nas reclamações. A diferença é que há mais de uma empresa de telefonia e internet. Não será o caso no fornecimento de água e da coleta de esgotos.

 

A MAIORIA DOS BRASILEIROS É CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DAS ESTATAIS, MOSTRA PESQUISA   

Guarulhos está ameaçada por várias privatizações: a da Sabesp, que substituiu o SAAE; a da FURP, fábrica estatal de remédios populares na região da Tranquilidade; a das creches da Prefeitura. A população de Guarulhos já sentiu os danos da privatização do atendimento médico do Hospital Municipal de Urgências, o HMU, e do Hospital da Criança. Nesta segunda foi divulgada uma pesquisa nacional de um instituto de Pernambuco, Instituto de Pesquisas Sociais (IPS), contratado por uma empresa do capital financeiro, a XP. Segundo ela, 55% de mil pessoas pesquisadas por telefone em várias partes do país é contra a privatização das empresas estatais. Estão tramitando no Congresso Nacional vários projetos de privatização, entre eles da Eletrobras, a grande produtora de energia elétrica do Brasil. 

 

PESQUISA DÁ 38% DE RUIM/PÉSSIMO PARA BOLSONARO E 33% DE ÓTIMO/BOM

A mesma pesquisa nacional IPS/XP feita por telefone para mil pessoas sobre as privatizações perguntou sobre aprovação ou reprovação do governo Bolsonaro. Ganhou a reprovação com 38% de ruim/péssimo sobre 33% de ótimo/bom. Estas instituições privadas têm feito pesquisa mensal. No começo do governo Bolsonaro, o ótimo/bom era maior. De seis meses deste governo em diante, o ruim/péssimo tem oscilado de 35% a 41%. E o bom/ótimo tem oscilado entre 30 e 34%. O regular tem se mantido estável em torno de 27%. Continue lendo depois da propaganda...

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PARA 54% DOS BRASILEIROS A LAVA JATO COMETEU EXCESSOS, SEGUNDO PESQUISA

A pesquisa nacional IPS/XP ainda perguntou sobre a operação Lava Jato, cujo principal personagem foi o ex-juiz Sérgio Moro, promovido a ministro da Justiça no atual governo que ele ajudou a eleger. Para 54% dos pesquisados a Lava Jato cometeu excessos. Mas, contraditoriamente, apenas 40% apoiam a revisão das injustiças. O que mostra que uma parte da população não se importa quando a injustiça recai sobre outros. Quando a pesquisa pergunta sobre a prisão do ex-presidente Lula, 37% acham que ele deve seguir preso em regime fechado. É um percentual levemente próximo dos entrevistados que aprovam o governo Bolsonaro. O que indica que as opiniões giram mais a partir das convicções políticas do que a partir de um senso de justiça.

 

ECONOMISTAS TÊM ERRADO ANO APÓS ANO NA PREVISÃO DO DESEMPENHO DA ECONOMIA BRASILEIRA

Em outubro de 2018, os economistas das grandes corporações financeiras, consultados pelo Banco Central achavam que neste ano de 2019 a economia brasileira ia crescer 2,5% (dois e meio por cento). Passados quase dez meses deste ano, a projeção dos mesmos economistas agora é que o crescimento não chegará a 1%. Apostam em 0,8%. O mesmo erro cometeram em 2017 quando projetaram o que seria 2018. Esperavam 2,5% (dois e meio por cento) e o resultado foi 1,1% (um vírgula um por cento). Agora, em outubro de 2019, os mesmos economistas projetam para 2020 teimosamente um crescimento entre 2% e 2,3%. Como diz o ditado: “Relógio parado em algum momento estará na hora certa”. Diferente da opinião dos economistas consultados pelo Banco Central, os técnicos econômicos do Senado avaliam que só em 2022 chegaria a 2%. Eles argumentam com os efeitos nocivos à economia brasileira o alto índice de desemprego que se mantém; a redução da renda do trabalho; a crise da Argentina, principal compradora de nossos produtos industriais; a desaceleração da economia da Europa; a guerra comercial Estados Unidos e China.

 

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