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FIQUE LIGADO: MOBILIZAÇÃO PELA MATERNIDADE JJM DE GUARULHOS PRODUZ EFEITO E GARANTE 2019, FALTA DE ATENDIMENTO NO HMU AFETA UPA PAULISTA E MAIS NOTÍCIAS

November 22, 2019

MOBILIZAÇÃO PELA MATERNIDADE JJM DE GUARULHOS PRODUZ EFEITO E GARANTE 2019

A crise financeira que ameaçava o funcionamento da Maternidade JJM de Guarulhos neste final de 2019 parece ter sido superada. A passeata de seus funcionários, que estava marcada para segunda (25), foi cancelada. O prefeito de Guarulhos, em reunião com a direção da Maternidade nesta quinta (21), assegurou o repasse no início de dezembro de 3 milhões e 200 mil reais, recurso que será obtido de devolução de parte do duodécimo que todo mês a Prefeitura passa para a Câmara Municipal. A Secretaria Estadual de Saúde, por sua vez, assegurou que irá repassar até o fim do ano 1 milhão e 580 mil reais de emendas de deputados estaduais, com destinação carimbada para esta Maternidade.  E o ministro da Saúde assegurou publicamente em Brasília nesta quarta (20) que haveria repasses de recursos extras do Ministério até o final deste ano. O movimento liderado por Luís Roberto Mesquita, presidente do Conselho da Maternidade, conseguiu mobilizar políticos e personalidades de todas as tendências políticas, nos três níveis federativos.

 

VEJA DE ONDE VÊM OS RECURSOS PARA MANTER A MATERNIDADE JJM

Todo mês ocorre uma média de 580 partos na Maternidade JJM de Guarulhos, além de cirurgias e outros atendimentos relacionados. Muitos bebês precisam de um atendimento especial na UTI neonatal. Todo atendimento é gratuito. Em prédio próprio, num terreno doado pelo Município, a Maternidade é administrada, desde 2001, ano do início de seu funcionamento, por uma organização social originada de membros da comunidade espírita. Os recursos federais que pagam os procedimentos do SUS representam 1 milhão 850 mil reais por mês. Em algumas oportunidades há repasses de emendas de parlamentares federais. A Prefeitura de Guarulhos entra com uma subvenção de 2 milhões e 500 mil reais/mês, e cede e paga atualmente 23 funcionários de seu quadro (chegou no passado a ceder mais de 100 funcionários). O Estado de São Paulo não entra com recursos, a não ser em momentos extraordinários e através de emendas da cota de deputados no orçamento estadual. Há algumas doações de pessoas e entidades privadas, mas que significam pouco no total do orçamento.  Tudo isso não está sendo suficiente para fechar o ano. Daí o movimento para suplementação dos recursos. 

 

FALTA DE ATENDIMENTO NO HMU AFETA UPA PAULISTA

Todos os usuários que procuram atendimento em clínica médica e ortopedia no Hospital Municipal de Urgências (HMU) estão sendo encaminhados para a UPA Paulista. Essa situação está superlotando essa unidade de saúde e os casos menos graves estão voltando para casa sem atendimento. Também quem procurou o HMU para fazer exame de tomografia já agendado foi surpreendido com a informação de que aconteceu uma troca na empresa responsável por este exame e que, por isso, teria que remarcar esse atendimento para outro dia. Nesse caso, além da falta de atendimento, as pessoas reclamaram, com razão, do descaso da saúde de Guarulhos com suas obrigações, pois um telefonema avisando que o exame seria remarcado impediria que estas pessoas perdessem tempo indo até o hospital. Muitos, para isso, tiveram que perder horas de trabalho ou envolver amigos e parentes para ficarem com suas crianças e assim poderem ir fazer o exame que não aconteceu. Continue lendo depois da propaganda...

BOLSONARO ENVIA AO CONGRESSO PROJETO QUE PODE PERMITIR IMPUNIDADE DE POLICIAIS E MILITARES

O presidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso Nacional, nesta quinta-feira (21), um projeto de lei (PL) com regras para definir o chamado excludente de ilicitude. O objetivo é isentar militares das Forças Armadas e integrantes de forças de segurança, como policiais civis e militares, que atuam no policiamento ostensivo (vigilância das ruas e garantia da ordem pública), de eventuais punições em casos de violência contra cidadãos que supostamente estejam cometendo alguma ilicitude. Estes casos de violência no caso da polícia brasileira envolvem desde agressões físicas desmedidas até execuções. O projeto de Bolsonaro seria uma espécie de licença para que agentes de segurança do Estado possam cometer arbitrariedades e abusos sem preocupação com a Lei.  

 

MANIFESTAÇÕES CONTRA O GOVERNO TOMAM AS RUAS DA COLÔMBIA

Nesta quinta-feira (21), mais de um milhão de colombianas e colombianos tomaram as ruas das principais cidades do país contra as medidas econômicas do governo do presidente Iván Duque. As principais mobilizações aconteceram nas grandes cidades, como Medellín, Cali, Barranquilla e a capital Bogotá, que reuniram mais de 100 mil pessoas cada uma, mas todas as capitais departamentais (algo como as capitais de estados aqui no Brasil) do país registraram marchas com grande participação. Alguns meios da imprensa local estimam que, em todo o país, houve mais de um milhão de pessoas presentes nas ruas.

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