FIQUE LIGADO: NOVA CONCESSÃO DA VIA DUTRA ABRE DEBATE SOBRE NOVAS OBRAS, FALHAS RECORRENTES NO WHATSAPP MOSTRA FRAGILIDADE DO SISTEMA DO FACEBOOK E MAIS NOTÍCIAS

January 20, 2020

NOVA CONCESSÃO DA VIA DUTRA ABRE DEBATE SOBRE NOVAS OBRAS

Na sexta-feira (20) abriu-se para São Paulo o debate sobre o que deverá constar das obrigações da nova concessão da Via Dutra, que começará a vigorar em 2021. O evento foi num hotel próximo à Avenida Paulista. Esta, depois de Brasília e Rio, foi a terceira e última audiência pública. Compareceram mais de 200 pessoas. Mas as propostas e sugestões ainda podem ser feitas até o dia 3 de fevereiro às 18 horas em endereço no site da  Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Para o trecho de 21 quilômetros que corta Guarulhos houve um elenco de propostas apresentadas pelo deputado federal Alencar e pelo autor deste Fique Ligado. Entre elas, estão novas obras relacionadas à conclusão do Trevo de Bonsucesso e a implantação de novos trevos no Jardim Cumbica e na altura do Jardim Maria Dirce/Presidente Dutra, além da resolução de engarrafamentos crônicos, como os que ocorrem para quem se destina a Cumbica, Pimentas e Bonsucesso, na marginal entre o Viaduto Fioravente Iervolino, final da Avenida Aniello Pratici e Tiradentes, passando por baixo do viaduto Cidade de Guarulhos, com semáforos na altura das fábricas Aché e Maggion.

 

ALÉM DE VIADUTOS, MARGINAIS E ENGARRAFAMENTOS HÁ OUTROS PROBLEMAS A SOLUCIONAR NA VIA DUTRA 

A Via Dutra é como um largo rio que corta a cidade de Guarulhos. É também a principal avenida da cidade, porém controlada completamente pela concessionária e pela ANTT. Assemelha-se ao aeroporto que, no coração da cidade é controlado pela GRUAirport e pelo governo federal. Na Via Dutra, além do problema das pontes (viadutos e retornos), e dos engarrafamentos, há muitos outros a solucionar ou reduzir. Entre eles, corredores para ônibus, acessos aos bairros ou deles à rodovia, passarelas, acidentes, ruídos, poluição, gargalo de córregos que passam por baixo da rodovia, acesso para e do aeroporto, ligação com a rodovia Fernão Dias, e outros mais.  A atual concessionária, a NovaDutra, do grupo CCR, em 2021 completa 25 anos de administração desta rodovia que une as capitais São Paulo e Rio. A nova concessão, que pode manter a NovaDutra, será por 30 anos e trará um conjunto de obras e ações, definidas num edital, e que deverão ser feitas ao longo destes anos. Infelizmente a atual gestão da Prefeitura de Guarulhos não teve nenhum protagonismo nesta audiência de sexta-feira, que foi a última. Continue lendo depois da propaganda...

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MERCADO FINANCEIRO NÃO DÁ A MÍNIMA PARA CORRENTE NAZISTA TRAZIDA PELO GOVERNO BOLSONARO

Depois da indignação nacional e internacional com a apologia do nazismo feita pelo então secretário nacional de cultura do governo Bolsonaro, elogiado pelo presidente na véspera de sua demissão, a grande mídia consultou a opinião de economistas e dirigentes de grandes empresas do capital financeiro. Em síntese eles disseram que este tipo de polêmica para eles não é importante, desde que continuem as reformas econômicas, trabalhistas e previdenciárias que lhes interessam e estão sendo feitas pelo atual governo. Segundo eles, cultura e agenda econômica não se misturam. Segundo um destes economistas da Fundação Getúlio Vargas, “o mercado não tem posição política e opera com a projeção de ganhos. Enquanto a economia vai bem, a vida segue”. E acrescentou: “a questão moral é outro espaço, é vida privada, outro fórum que não o mercado financeiro”. Nem a Bolsa de Valores caiu, nem o real se desvalorizou. O que mostra que mesmo uma ditadura nazista, se favorecer o lucro, pode ser aceita pelo grande capital. Por isso é que os grandes capitalistas a apoiaram na Alemanha no período de Hitler.

 

CAIU O SECRETÁRIO NAZISTA DA CULTURA, MAS SEU PLANO PERMANECE NO GOVERNO

Todo o episódio do demitido secretário nacional da cultura, que fez imitação e apologia do nazismo, não afetou o plano que o atual governo federal de extrema direita tem para a cultura. É um plano de financiar óperas, ao invés da música vinda da cultura popular brasileira. De financiar CDs, ao invés da produção digital. De financiar exposições individuais de pintura e escultura, ao invés das novas formas criativas propiciadas pelo avanço de vídeos e arte em movimento. De financiar histórias em quadrinhos ao invés de literatura e poesia. De financiar espetáculos teatrais que sejam portadores da nova velha ideologia de exaltação de heróis nacionais, boa parte deles responsáveis por repressões, massacres e genocídios. Todo programa de financiamento mantido pelo governo tem um viés de dirigismo estatal e um cheiro de passado que traz saudades de ditaduras que exaltavam a tradição e os heróis da elite nacional e ignoravam a criatividade da cultura das classes populares, que geraram no Brasil, entre outras formas, o samba, que marca a cultura musical do país, a literatura social, o teatro de protesto, as formas populares de vestir e de se alimentar, sucedidos de novas formas que vão surgindo do seio da população. 

 

NO BRASIL 45% DOS CARROS SÃO VENDIDOS PARA EMPRESAS

As locadoras de veículos são as principais compradoras de carros brasileiros de passeio e comerciais. Apenas 55% são vendidos para pessoas físicas. A indústria automobilística reclama que na venda para empresas o lucro é menor, mas o calote é menor. Para vender mais ao cidadão comum e lucrar mais, as automobilísticas consideram que o juro menor vai ajudá-las. Elas vão tentar assim compensar a queda nas exportações para a Argentina em crise e se fechando comercialmente às importações e as dificuldades da economia mundial. As vendas de veículos no mercado interno brasileiro em 2019 foram de 2 milhões 790 mil. E os veículos aqui produzidos e vendidos a outros países ficaram em torno de 400 milhões. O problema interno é a redução da renda familiar dos brasileiros, com o alto desemprego e a redução de ganhos populares. Só as camadas ricas não garantem o mercado de automóveis, que repercute sobre as fabricantes de veículos e de autopeças.  

 

FALHAS RECORRENTES NO WHATSAPP MOSTRA FRAGILIDADE DO SISTEMA DO FACEBOOK

WhatsApp ficou indisponível em diversos países do mundo na manhã deste domingo (19). Segundo informações do site DownDetector, que concentra reclamações de usuários sobre falhas em aplicativos e sites, o problema começou às 7h31 (horário de Brasília). O problema maior enfrentado pelos usuários é para enviar mídias (imagens ou vídeos) e também para a troca de mensagens via áudio. Outras pessoas relatam problemas para conectar ou perda de conteúdos que estavam salvos no aplicativo. Esse tipo de falha tem se tornado recorrentes em todas as plataformas do Facebook (Facebook, WhatsApp e Instagram) que completou 15 anos no final do ano passado com quase 2 bilhões e 500 milhões de usuários. Criado em 2009, o WhatsApp já tem 200 milhões de usuários a mais que o Facebook e é o aplicativo mais utilizado pelos brasileiros (praticamente todo brasileiro tem quem smartphone, tem WhatsApp). A necessidade de atender um número tão gigantesco de clientes pode ser a explicação para um número cada vez mais recorrente de falhas num sistema antes visto como infalível. 

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