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FIQUE LIGADO: CORONAVIRUS REPERCUTE NEGATIVAMENTE EM SETORES DA ECONOMIA BRASILEIRA E MAIS NOTÍCIAS

March 13, 2020

COMENTÁRIOS DO EX-PREFEITO ELÓI PIETÁ

 

CORONAVIRUS REPERCUTE NEGATIVAMENTE EM SETORES DA ECONOMIA BRASILEIRA

A indústria automobilística passa a ter problemas com peças importadas que não chegam. As empresas aéreas estão pedindo socorro ao governo pela redução de passageiros, principalmente de empresas de turismo. Os hotéis também passam a ter menos hóspedes. Os eventos de música, teatro, lazer, estão sendo cancelados. Enquanto isso, o superpoderoso ministro da Economia do atual governo federal fica insistindo em aprovar novas reformas, que como as anteriores, beneficiam os setores da elite. Os efeitos do coronavirus na economia exigem medidas emergenciais imediatas.

 

TRABALHADORES SEM CARTEIRA ASSINADA TENDEM A SOFRER MAIS

A crise do desemprego e a informalidade crescente entre os trabalhadores, acrescida com o agravamento trazido pelas restrições da epidemia atual do coronavirus, vai fazer que os trabalhadores sem carteira assinada sofram mais. Se ficarem doentes perdem a renda e não tem proteção econômica. Eles e elas, em regra, já ganham menos que os trabalhadores formais, dependem do movimento de cada dia, e não conseguem acumular reservas. Com a circulação menor de pessoas e atividades, mesmo com saúde, a demanda de seus serviços vai diminuir. Motoristas de aplicativos já reclamam que diminuiu a procura para o Aeroporto de Guarulhos.

 

TRABALHADORES INFORMAIS SÃO 40% DAS PESSOAS ATIVAS NO BRASIL

A renda média dos que trabalham por conta própria sem CNPJ é de R$ 1.355, segundo o IBGE. Mas cerca de 45% deles recebem por mês em torno da metade do salário mínimo. A renda média de quem trabalha com carteira assinada é de R$ 2.213. A maior parte dos que trabalham na informalidade é do setor de serviços, que se relaciona muito com as outras pessoas, por isso mais propensos ao risco de contágio por uma epidemia. Os governos precisam adotar medidas emergenciais para garantir a renda desta parcela mais vulnerável da população.

 

O TETO DE GASTOS GOVERNAMENTAIS DESDE 2016 VAI SER MAIS PERVERSO AGORA

Vários ex-ministros da Saúde estão defendendo a revogação do teto de gastos aprovada no governo Temer em 2016, que só permite gastos de reposição da inflação, proibindo novos investimentos. O governo da China, por exemplo, enfrentou o coronavirus com a rápida construção de novos hospitais. Nesta hora que precisa mais recursos para a saúde, eles lembram que em 2019 a Saúde pública deixou de receber do governo federal 9 bilhões de reais. Ou os governos investem de imediato mais na Saúde ou a tragédia será ampliada.

 

DÊ SUA OPINIÃO SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS DESTA EPIDEMIA.

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