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April 6, 2020

MOTORISTAS E EMPRESAS DE ÔNIBUS DE GUARULHOS CHEGAM A ACORDO NA CRISE

O sindicato de motoristas e outras categorias que trabalham no transporte coletivo de Guarulhos e Arujá (Sincoverg) fechou acordo com as empresas de ônibus na madrugada desta segunda-feira (6) sobre as consequências neste período da crise do coronavirus. Ficou definido quem trabalha, quem terá redução da jornada e do salário, quem terá o contrato suspenso, como será a remuneração, como ficam benefícios e direitos. É o primeiro sindicato da cidade a fechar um acordo coletivo com todas as empresas da categoria. Neste caso há um pequeno número de empresas com as quais negociar. Diferente de outras categorias, como químicos, plásticos, metalúrgicos, construção civil, têxteis, alimentação, e outros, que tem negociação uma a uma com grande número de empresas.

 

TRABALHADORES SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO FARÃO RODÍZIO COM OUTROS QUE TERÃO SALÁRIO REDUZIDO

No acordo entre o Sincoverg e as empresas de ônibus municipais e intermunicipais de Guarulhos e Arujá ficou estabelecido que 40% dos trabalhadores não terão redução de jornada e de salários, e continuarão com todos os seus direitos normalmente. Outros 40% ficam com o contrato de trabalho suspenso por 30 dias. Estes receberão das empresas 30% de seu salário normal, e mais a parcela a que terão direito do seguro-desemprego a ser pago pelo governo federal, mantendo outros direitos. Mais adiante farão rodízio substituindo os primeiros 40% e que passarão a substituí-los na suspensão do contrato de trabalho com as consequências similares. 

 

TRABALHADORES DE GRUPOS DE RISCO RECEBERÃO 30% DO SALÁRIO MAIS PERCENTUAL DO SEGURO-DESEMPREGO

Trabalhadores que pertencem a grupos de risco nesta epidemia, sejam eles ou elas motoristas, cobradores, mecânicos, administração, limpeza, fiscalização, terão contrato de trabalho suspensos por 60 dias, recebendo 30% do salário mais parcela do seguro-desemprego. Qualquer trabalhador que tiver férias as terá com remuneração paga antecipadamente. Nenhum trabalhador perderá seu plano coletivo de saúde. Após passada a crise, as empresas  prometem voltar à normalidade e pagarão um abono em parcela única no início do próximo ano. Apesar dos prejuízos dos trabalhadores, eles seriam mais graves se as empresas, que estão com a frota reduzida e grande queda na arrecadação, adotassem a negociação individual com cada trabalhador e partissem para as demissões como permite a medida provisória do governo federal.

 

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