FIQUE LIGADO: APENAS 16% DA INDÚSTRIA E DA CONSTRUÇÃO CIVIL DECLARAM ESTAR TRABALHANDO NORMALMENTE E MAIS NOTÍCIAS

May 21, 2020

APENAS 16% DA INDÚSTRIA E DA CONSTRUÇÃO CIVIL DECLARAM ESTAR TRABALHANDO NORMALMENTE

Apenas 16% da indústria brasileira e da construção civil declaram estar operando normalmente durante a crise sanitária atual, segundo pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas. No comércio, 15% alegam estar trabalhando normalmente, destacando-se aí os supermercados. O setor mais prejudicado no comércio são as lojas de vestuário. Nos serviços, apenas 9% declaram ter mantido a rotina anterior à crise. Os destaques negativos, setores que mais estão sofrendo, são restaurantes, escolas, cuidados pessoais, transporte de passageiros, hotéis. Nestes setores, apenas um quarto ou um terço das 2.500 empresas pesquisadas no país acredita que só pelo final setembro deste ano a situação será normalizada. Porém um quarto até um terço das empresas acha que a normalidade só volta no ano que vem.

 

OS SETORES QUE MAIS DEMITIRAM TRABALHADORES FORAM SERVIÇOS E CONSTRUÇÃO 

Na mesma pesquisa, cerca de 40% do total das empresas já demitiram trabalhadores, especialmente os de menor remuneração. Quem mais demitiu foram restaurantes, construção de obras públicas e comércio de vestuário. A indústria foi o setor que até aqui menos demitiu, mas 24% das empresas deste setor afirmam ter demitido. Nos primeiros 60 dias houve preferência por férias coletivas e depois por redução da jornada de trabalho e do salário, que chegou à quase totalidade dos trabalhadores nas indústrias do vestuário.   

 

NÚMERO DE DESEMPREGADOS PODE CRESCER MAIS 8 MILHÕES DE PESSOAS NO PAÍS

Segundo estudo de vários cenários da economia brasileira nos próximos meses, num cenário médio de queda da economia em torno de 6%, o número de desempregados pode subir em cerca de 8 milhões de trabalhadores fora do mercado de trabalho neste ano. O estudo foi feito pelo Instituto de Economia da Universidade federal do Rio de Janeiro. O cenário mais otimista, de queda de 3% do PIB, foi desmentido pelo próprio governo. O cenário mais pessimista deste estudo traria um aumento em 14 milhões no número de desempregados. 

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