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May 23, 2020

COMERCIANTES DE GUARULHOS RECLAMAM DAS REDES DE SUPERMERCADOS

Pequenos e médios lojistas cujos estabelecimentos estão proibidos de abrir reclamam das vantagens que são dadas nesta crise às grandes redes de supermercados. Elas ficam abertas de domingo a domingo e vendem presencialmente produtos que o comércio especializado está proibido de vender presencialmente. As grandes redes, além de venderem alimentos e produtos de limpeza, vendem também calçados, roupas, eletrônicos, aparelhos domésticos, e muito mais. Nesta crise os governos estão sendo injustos. Alguns podem tudo o tempo todo, outros, sem apoio, nada podem em momento nenhum.  

 

QUASE A TOTALIDADE DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS REDUZIRAM MUITO O FATURAMENTO 

A queda do faturamento das micro e pequenas empresas no Brasil nestes dois últimos meses é em média de 60%. Segundo pesquisa do Sebrae e Fundação Getúlio Vargas, apenas 4% de empresas deste porte alegaram manter o faturamento anterior. O que mostra o tamanho da tragédia dos pequenos e médios empreendedores. Os principais segmentos prejudicados são: promoção de eventos e festas, turismo, academias de ginástica, salões de beleza, escolas infantis, lojas de confecções e calçados, bares e restaurantes. Os menos prejudicados, embora seu faturamento tenha em média diminuído em torno de 30%, foram os pet shops, os mercados de alimentos, as oficinas mecânicas, as lojas de material de construção. 

 

EM GUARULHOS CERCA DE 90% DAS PEQUENAS EMPRESAS NÃO ACESSARAM EMPRÉSTIMO BANCÁRIO

O governo federal fala ora de 40 bilhões de reais disponíveis nos bancos para as pequenas e médias empresas garantirem a folha de pagamento, mas apenas 1 bilhão e 400 milhões efetivamente foram emprestados no país. Agora o governo federal diz que disponibiliza mais 16 bilhões para capital de giro. Mas, os bancos criam toda sorte de dificuldades burocráticas para não emprestar, pois alegam que os tomadores não honrarão lá adiante o pagamento. Mesmo com o BNDES e o Tesouro Nacional dando aval de 85% do empréstimo se o tomador não pagar. Mas os obstáculos continuam iguais. Além das desculpas burocráticas, os bancos querem garantias que as empresas em crise não podem dar. 

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