GUARULHOS PERDEU MAIS DE DOZE MIL EMPREGOS FORMAIS SÓ NO MÊS DE ABRIL E MAIS NOTÍCIAS

June 8, 2020

SÓ NO MÊS DE ABRIL GUARULHOS PERDEU MAIS DE DOZE MIL EMPREGOS FORMAIS

Depois de alguns meses, o Ministério da Economia liberou dados sobre admissões e demissões nas empresas. Neste ano, enquanto em fevereiro, na cidade de Guarulhos, o saldo tinha sido positivo em mais 2 mil e 200 empregos de carteira assinada. A chegada da pandemia do coronavirus começou a derrubar empregos em março, quando foram cortados 3 mil e 400 postos formais de trabalho. Mas a tempestade chegou mais forte em abril, quando foram demitidas sem reposição 12 mil e 200 pessoas até então registradas em empresas. Os dados de maio só serão publicados na segunda quinzena deste mês de junho. Mas não se esperam boas notícias.

 

SERVIÇOS, COMÉRCIO E INDÚSTRIA CORTARAM GRANDE NÚMERO DE EMPREGADOS

Em Guarulhos, restaurantes, hotéis, bares, escritórios, reparos, foram alguns dos serviços que mais cortaram contratos de trabalho: quase sete mil empregos a menos neste ano a partir do início da crise do Covid-19. Depois vem o comércio, com quase 4 mil e 500 vagas suprimidas. Então vem a indústria com quase 2 mil e 500 cortes. A construção civil se manteve sem variação devido às grandes obras de edifícios que não pararam e que trabalham com financiamento bancário. Mas os pequenos empreiteiros e autônomos da construção praticamente ficaram sem serviço e sem renda.

 

O NÚMERO DE TRABALHADORES NA ATIVA DESPENCOU NO PAÍS E NA CIDADE

As projeções de economistas estimam que o desemprego cresceu de 12% para 16% nestes meses de 2020. Por isso, quando for feita a estatística dos desempregados pelo critério de quem procurou emprego, os números não vão refletir a realidade. Milhões de trabalhadores e trabalhadoras desempregados desistiram de sair de casa em busca do trabalho, pois sabem que não irão encontrar. Por isso, não vão ser contados como desempregados. Ampliou-se o contingente dos desalentados, que já ultrapassavam 4 milhões de pessoas no país antes da crise atual. A permanência durante os meses de crise do abono de 600 reais é necessária. Para aliviar a situação de quem não tem seguro-desemprego, principalmente os autônomos e informais. 

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