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June 15, 2020

DIFICULDADE DE ACESSO EM TEMPO A UTIs TEM LEVADO A MORTES EVITÁVEIS

As dificuldades de vagas em leitos de UTI e a falta de respiradores em UPAs e PAs tem causado mortes evitáveis. Por isso, muitos pacientes com Covid-19 estão chegando aos hospitais que têm leitos de UTI em estado mais grave. O que dificulta salvar vidas. Quando os leitos de UTI são em Guarulhos, a remoção dos doentes é mais fácil. Quando precisa internar na Capital ou em outra cidade através do sistema estadual pode demorar mais. Isto está ocorrendo por aqui e pelo país. Segundo o diretor do Hospital da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a cada quatro pacientes, um morre em até 48 horas após a internação na UTI por terem chegado em estado avançado da doença. Muita gente fica se tratando em casa e só vai ser internada quando o quadro já se agravou. 

 

REDUÇÃO DE ATENÇÃO A OUTRAS DOENÇAS TAMBÉM DIFICULTA SALVAR VIDAS

Pessoas com  outras doenças, como câncer, doenças cardíacas e arteriais, diabetes, têm evitado ir a unidades de saúde por temor de contrair o coronavirus. Além disso, houve uma redução generalizada de atendimento a outras doenças. Isso faz com que seu estado de saúde seja prejudicado. E se ao final contraírem o vírus, têm menos chances de sobreviver. Tem crescido o número de pacientes com câncer avançado e Covid-19. Soma-se nos hospitais e UPAs a necessidade de desinfecção não só dos locais destinados apenas aos pacientes do coronavirus mas das unidades de saúde como um todo.

 

SE O QUADRO PROSSEGUIR, O BRASIL VAI PASSAR OS ESTADOS UNIDOS EM NÚMERO DE MORTES

Segundo a BBC, se não houver uma mudança importante na evolução dos casos, o Brasil poderá no final de julho ultrapassar os Estados Unidos no número total de mortos por esta pandemia. A reabertura das atividades econômicas e sociais tende a repercutir numa propagação da doença e nova onda de internações e dificuldades de acesso a UTIs. Os especialistas em saúde não conseguiram ver cumpridas antes suas recomendações de maior rigor, por resistências populares, por pouca fiscalização dos poderes públicos, e por incentivo e mau exemplo da presidência da República.  Especialistas em economia também consideram que melhor teria sido mais rigidez na observância e fiscalização do isolamento social para evitar uma agonia prolongada nas atividades econômicas com o abre e fecha que já está ocorrendo em muitas cidades brasileiras.

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