FIQUE LIGADO: GUARULHOS PERDEU MAIS DE 17 MIL EMPREGOS FORMAIS NESTE ANO E MAIS NOTÍCIAS

July 1, 2020

GUARULHOS PERDEU MAIS DE 17 MIL EMPREGOS FORMAIS NESTE ANO

A conta não traz os informais que perderam emprego ou que ficaram sem trabalho. Entre os que tinham carteira assinada na cidade foram cortadas 17 mil 450 vagas no período de janeiro a maio deste ano. Portanto, demissões que não foram repostas. O maior contingente de empregos cortados foi no setor de serviços (restaurantes, bares, escritórios, escolas particulares, transportes, cultura, diversão). Neste setor foram 9 mil e 200 vagas a menos. Depois veio o comércio, com 4 mil e 500 empregos a menos. A seguir, a indústria, com 3 mil e 600 a menos. A construção civil ficou no empate entre demitidos e admitidos. Os dados foram publicados nesta semana pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério da Economia.

 

DE MARÇO A MAIO, 8 MILHÕES A MENOS DE PESSOAS OCUPADAS NO BRASIL 

São vários os aspectos das estatísticas sobre o mercado de trabalho. Um dos enfoques é qual o percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão ocupadas. No país, metade das pessoas em idade de trabalhar não tem ocupação remunerada. Antes do mês de março eram 45% sem trabalho remunerado. Deste enorme contingente fazem parte uma categoria que está procurando emprego (os chamados ‘desempregados’ propriamente ditos) e outra composta dos que desistiram de procurar emprego por não encontrá-lo, os chamados ‘desalentados’. Na Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios publicada nesta semana, são 18 milhões de pessoas, assim divididas: 12 milhões e 700 mil pessoas procurando emprego sem encontrar; mais 5 milhões e 400 mil que gostariam de trabalhar, mas desistiram. 

 

DIREITO CONSTITUCIONAL AO TRABALHO NÃO CABE NO ATUAL SISTEMA ECONÔMICO

O artigo 6º da Constituição Brasileira coloca o trabalho entre os direitos sociais de brasileiros e brasileiras. Mas este direito não cabe no sistema econômico vigente. Por isso ele precisa ser mudado. Lamentavelmente a sociedade brasileira ainda tem se acomodado a esta realidade como se ela fosse inevitável. Os programas sociais de auxílio aos desempregados e outros programas sociais são necessários. Mas apenas funcionam como um analgésico, que diminui a dor mas não cura a doença. Em Guarulhos nem este analgésico tem sido fornecido. Programas adotados quando fui prefeito, que auxiliavam milhares de pessoas, como o Bolsa Auxílio ao Desempregado e o Oportunidade ao Jovem foram abandonados.

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